Sou Emanuella Maria (Manu), uma romântica inconsolável que adora coisas vintage e viajar. Há 7 anos moro na capital americana, Washington DC e neste espaço divido um pouco da vida no estrangeiro e o que me inspira no dia-a-dia. Falo das coisas que faço, do que gosto e o que me faz feliz.

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20.12.2013

Um de meus mentores favoritos ficou conhecido por por citar o mantra “os líderes são leitores” com paixão e frequência. E uma das minhas resoluções para 2014 foi ler mais. No outro dia teve um queima numa livraria aqui perto de casa, e comprei vários livros: incluíndo um curso de photoshop, um manual pra usar minha camera (já tenho ha um ano mas não sei fazer nada), dois livros de culinária , um dicionário de espanhol, um livro com fotos de gatinhos (só porque estava barato) e o livro Um milhão de quilômetros em mil anos do Donald Miller. Eu terminei de ler o livro ontem e pensei em compartilhar com vocês um pouco sobre ele, caso vocês estejam procurando algo novo para se perder numa tarde de domingo.

Para começar, eu não conhecia o trabalho de Donald Miller, mas eu adorei o estilo da escrita dele. Ele é honesto, às vezes surpreendente, escreve em tom de conversa e quando eu estava lendo seu livro, fiquei imaginando o jeito que o Donald fala. Foi meio como ter uma conversa gostosa com um amigo que não se vê há muito tempo em uma cafeteria, com uma bossa nova de fundo e o moedor de café fazendo barulho no segundo plano. Fiquei inebriada pelas palavras dele.

O livro é uma crônica de um momento na vida dele, onde ele se questionou e ao mesmo tempo respondeu a pergunta: O que você faria se pudesse mudar o roteiro de sua vida? Ele comenta como ele passa pelo processo de re-escrever suas memórias para torná-las mais interessante para o grande ecrã, ele também embarca em uma jornada interessante de auto-descoberta e investigação. Um milhão de quilômetros em mil anos é a crônica dessa oportunidade singular de reinventar a própria jornada, e é legal ler para se inspirar.

Encontrei-me pensando nessa frase: “Isso é como eu me senti há anos, mas nunca poderia realmente colocar em palavras”. Reconheci também muito de mim nele. Donald e eu somos muito parecidos em nossas opiniões e na nossa vida, e depois de ler o livro eu me sinto inspirada para olhar para a história da minha vida que eu estou contando para ter certeza que estou escrevendo um conto que vale a pena contar. Eu sou muito a favor de tomar riscos na nossa vida. É tão fácil viver na mesmice e ter um dia igual a outro, comer todo sábado naquele restaurante que você vai há anos e até os garçons lhe chamam pelo nome, ou fazer aquele programa sagrado de domingo de cinema/praia/filme em casa, ou namorar aquele cara só porque não quer ficar sozinha, ou ficar naquele trabalho chato só porque ainda não apareceu coisa melhor. Mas e se fosse diferente? E se de repente você acordasse de um sonho, ou melhor, vivesse um sonho e tudo fosse diferente? Que tal parar por cinco minutos e pensar, o que seria diferente? O que te faria sorrir agora? O que te faria feliz? E porquê esse sonho não pode virar realidade?

Bem, eu mudei o roteiro da minha vida, eu larguei tudo e vim para os Estados Unidos em 2007. Passei por vários obstáculos, mas deu certo. Hoje eu vivo a vida que escolhi pra mim. Se eu consegui, você também consegue. Quem sabe você pode mudar a sua também…

Eu recomendo o livro. Vai fazer você pensar duas vezes sobre as decisões que toma diariamente.

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