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Sou Emanuella Maria (Manu), uma romântica inconsolável que adora coisas vintage e viajar. Há 7 anos moro na capital americana, Washington DC e neste espaço divido um pouco da vida no estrangeiro e o que me inspira no dia-a-dia. Falo das coisas que faço, do que gosto e o que me faz feliz.

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08.06.2011

Se você tivesse uma máquina do tempo, pra que época da história você voltaria? Eu adoraria visitar os anos 20s. Ou melhor, Paris nos 20s. O glamour daquela época, a moda, os artistas, as festas, Coco Chanel, o Jazz, a época do Picasso, Marcel Duchamp, Hermann Hesse, Ernest Hemingway, Virginia Woolf, Franz Kafka… ahhh são tantas coisas boas naquele período.

Bem, no novo filme do Woody Allen, Meia Noite em Paris (“Midnight in Paris”), não tem uma máquina do tempo, mas tem um herói (Owen Wilson), que é um sonhador visitando Paris, que também ama os anos 20s e que se transporta para diferentes períodos do tempo.

“Midnight in Paris ” vem com a briga entre realidade versus ilusão, um contraste que prevalece em vários filmes do Woody Allen, que vem sempre interagindo com o presente e o passado. No filme, ele mostra como o passado, não importa quão idealizado e glamourizado que seja, pode alterar de forma mágica, transformadora e imprevisível o presente, mudando o processo de ambições, identidades e relações…  Mas o filme caminha numa linha tênue entre nostalgia e puro sentimentalismo. Mas não se preocupe, é um filme do Woody Allen, você não vai ficar entediado.

O filme é simples, sincero (na medida que um filme pode ser sincero) e meio que lembra um conto de fadas moderno onde você se dá a oportunidade de fazer um pedido pra fada madrinha e espera que esse pedido vai virar realidade.

Acredito “Midnight in Paris“, é um melhores e mais agradáveis trabalho do Woody Allen dos nos últimos anos e é um excelente “amuse-bouche” para começar uma noite perfeita. Vá assistir com o amor, ou com os amigos, va assistir sozinho. Vale a pena!

O filme já estreou nos Estados Unidos e já já vai estrear no Brasil, fiquem atentos. Segue  o trailler


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23.06.2009

away_we_go Ontem assisti Away we go, o novo filme de Sam Mendes, que é o mesmo diretor de Beleza Americana. Para mim esse filme é o que chamamos aqui de “cute”, de tão lindinho e perfeitinho. De zero a dez, dou 8,5 e recomendo assistir.

Away we go, que ainda não tem tradução do título em portugês é um romance, indie que fala a história do casal Burt e Verona buscando um novo lar para recomeçar a vida e formar uma família. O inicio do filme é hilário, quando eles descobrem que ela está grávida  e eles saem procurando uma nova casa. Nessa busca eles visitam famílias, amigos, numa jornada pelo Arizona, Wisconsin, Montreal e Florida.

Away we go (longe nós vamos) mostra que podemos começar uma nova história todo dia, toda hora, e fazer nosso caminho. Que não precisamos de ninguém para ser feliz, só coragem. Muito bom!!

Previsão de lançamento no Brasil 07-08-2009

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Ontem assisti Away we go o novo filme de Sam Mendes que é o mesmo diretor de Beleza Americana.
Para mim esse filme é o que chamamos aqui de “cute”, de tão lindinho e perfeitinho. De zero a dez, dou 8,5 e recomendo assistir.
Away we go, que ainda não tem tradução do título em portugês é um romance, indie que fala a história de um casal Burt e Verona buscando um novo lar para recomeçar a vida e formar uma família.
Nessa busca eles visitam famílias, amigos, numa jornada pelo Arizona, Wisconsin, Montreal e Florida.
Away we go (longe nós vamos) mostra que podemos começar uma nova história todo dia, toda hora e fazer nosso caminho, que não precisamos de ninguem para ser feliz, só coragem.


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07.06.2009

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Acabei de chegar do cinema e eu estou um pouco chateada com o filme UP, porque me fez chorar nos primeiros 10 minutos de filme. Chorar no final do filme é normal, faz parte e é fácil de disfarçar. Você pode dizer que está com alergia ou que a tela do cinema faz mal pro seus olhos, sei lá, dá até para inventar qualquer coisa, mas chorar no começo do filme é mais embaraçoso ainda. Graças a Deus que o filme era em 3D e eu estava usando aqueles óculos enormes na cara e aí deu para disfarçar um pouco, até eu chorar no final do filme de novo… Aff!!

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Mas assim o filme não é um drama. A história vem sendo contada devagar, começando pelo romance, depois passando pelo drama, ai vai para a fantasia, pula para a comédia, passa para a aventura e depois volta para o drama sentimental de novo, mas tudo isso sem choque, de uma forma natural. O filme traz várias lições de vida e faz você ficar se questionando várias coisas, ou pelo menos pensando.

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Bem o UP é o último filme da PIxar e nesse momento, o astro não é um robot, um rato, um peixe, um carro ou um monstro, mas na verdade um velhinho de 78 anos chamado Carl Frederickson. Mr. Fredericson é um viúvo solitário, rabugento (estilo seu Lunga), que no meio de idas e vindas pela vida decide realizar um sonho de infância maravilhosamente inspirado.

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O filme é fantastico, melhor ainda em 3D. Imagine uma casa flutuando no céu, pendurada por milhões de balões coloridos. A imagem é totalmente lúdica e surreal, digna de Dali. Não vou falar muito porque perde a graça do filme, mas se preparem porque ele vai estrear no Brasil em Setembro.

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Trailler do filme


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03.06.2009

quantomedeNa volta da viagem de NY para DC assisti o filme 20 centimetros que é uma história surpreendente!  O filme foi lançado em 2005 e é a segunda obra do mais louvado cineasta da nova geração espanhola, Ramón Salazar. Nesse filme, Salazar realiza um dos maiores musicais pós-modernos de que há memória na Europa, contando (ou tentando) a vida de um travesti que vai fazendo dos trabalhos ocasionais e da prostituição uma forma de juntar dinheiro para cortar os vinte centímetros de carne que dão nome ao filme e virar mulher.

Enquanto tenta equilibrar a vida de todos os outros personagens que a (o) rodeiam, como o anão com que divide um apartamento, que está obcecado em conseguir tocar o violoncelo herdado de uma tia, ou as colegas do ofício que tentam de uma forma desenfreada manter a cabeça à tona de água no sórdido mundo da prostituição.

Para aumentar a confusão, Marieta (Mónica Cervera) sofre de narcolepsia, adormecendo nas situações mais inesperadas, enquanto sonha com números musicais.

Ao mesmo tempo em que se esforça para manter a trama num nível propositalmente superficial – já que o assunto é bastante polêmico e doloroso (prostituição, homossexualidade, marginalidade) – dá seu recado, mostrando que há perdas e ganhos, há determinação, encontros e desencontros sentimentais. A trilha sonora é um capítulo especial, vale a pena conferir esse filme.


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