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Sou cacheada e daí?

o dilema dos cabelos cacheados no brasilEsse post é mais um desabafo pessoal e tem haver com aceitação, formas de perceber a beleza e o preconceito que criamos em torno de cabelos.

Conversando recentemente com uma amiga, entramos numa discussão sobre preconceito com cabelos e auto aceitação e isso me fez lembrar um episodio significativo na minha vida.

A arte de perder e saber aceitar

como saber superar uma perda

Recentemente eu li o poema da Elizabeth Bishop, A Arte de Perder, onde ela diz que arte de perder não é nenhum mistério por muito que pareça. Eu acho que eu sou a rainha em perder as coisas, até penso que no meu quarto tem um buraco negro onde tudo desaparece. Dia desse perdi meu brinco preferido, já perdi dinheiro, maquiagem e até um livro. Tudo no meu quarto e nunca mais achei. Sempre foi assim, desde criança. Um dia em perdi a minha boneca preferida e chorei por dias e acho que depois dessa perda aprendi a aceitar. De lá pra cá, houve outras perdas, muitas bobagens, nada que fizesse muita falta, mas também tive perdas bem maiores, familiares que se foram, perdi amores e afetos importantes e mais recentemente eu perdi meu trabalho.  Na verdade, meu contrato acabou e o orçamento não foi renovado, então na época depois do susto, fiquei três meses a procura de um novo trabalho. Foi meio estranho esse período, principalmente porque eu não queria qualquer coisa.  Mas hoje já tenho um novo trabalho e tudo está no ritmo certo.

Como fazer cada dia da sua vida parecer um feriado

Em um mundo onde nós somos constantemente empurrados para ir mais rápido, mais alto e mais forte, a importância das pequenas coisas podem ser facilmente esquecidas. Mas eu falo das coisas e momentos maravilhosos e que raramente necessitam de muito dinheiro ou grandes esforços.

Muitos acham que é necessário subir a escada do sucesso, mas nem todos nós podem ser colocados no topo. Além disso, há um longo caminho a percorrer de volta para baixo, e muito poucas oportunidades para ir mais longe. O sucesso duradouro não aparece assim de uma vez. Ele aparece lentamente,  por um progresso sustentável que vai se construindo aos poucos. Tem coisas que podem trazer uma felicidade momentânea (tipo o Big Brother), mas não proporciona uma valorização ao longo da vida. Portanto, a valorização dos pequenos e importantes momentos é que fazem a vida valer a pena.

Oi Direto de Fortaleza e de quebra um encontrinho

Hello FortalezaAcharam que eu havia esquecido de vocês? Pois agora são 14:42h e estou escrevendo do meu antigo quarto na casa da minha mãe, direto da cidade solar. Agora estou descansando, ontem foi corrido, rever família, encontrar com amigos, ir no salão cuidar dos cabelos, fazer compras, Skype com o love lá em DC… Ufa! Acabei de almoçar uma carne do sol, com baião de dois e queijo qualho, uma farofinha deliciosa e tomei um copo de cajuína. Bom demais minha gente. Mais cearense impossível.

Essa minha viagem não foi muito programada. Tomei a decisão na quinta, comprei minha passagem na sexta e viajei na terça-feira da semana seguinte. Minha mãe nem acreditou quando eu disse que tava vindo e muitos dos meus amigos só souberam da viagem quando eu cheguei aqui. Minha aventura começou na quarta da semana passada, cheguei em Fortaleza por volta das 6 am, mas eu estava toda quebrada depois de um vôo péssimo com a American Airlines de Miami pra Manuas e uma conexão horrível, 4 horas de espera no aeroporto. Não consegui dormir no vôo e lá pelas tantas começou uma tremedeira que eu tinha certeza que ia morrer. O único pensamento que me vinha era: “droga, vou morrer antes de ter minhas férias.” Bem, a tremedeira passou, cheguei ao meu destino, mas fiz uma promessa: “nunca mais viajo de American Airlines”. Parecia o ônibus Circular de Fortaleza, super desconfortável e lotado.