Sou Emanuella Maria (Manu), uma romântica inconsolável que adora coisas vintage e viajar. Há 7 anos moro na capital americana, Washington DC e neste espaço divido um pouco da vida no estrangeiro e o que me inspira no dia-a-dia. Falo das coisas que faço, do que gosto e o que me faz feliz.

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31.05.2014

OS PEQUENOS PRAZERES DA VIDA

“A felicidade consiste em viver cada dia como se fosse o primeiro dia de sua lua de mel e no último dia de suas férias.” ~ Leo Tolstoy

Quando eu paro pra pensar tenho uma lista épica de pequenos prazeres da minha vida.

Assistir Games of Thrones e Mad Man no domingo a noite. Sorvete de manga na casquinha. Fazer doce de leite caseiro e comer as raspas da panela.  Passar um sábado de pijama lendo meu livro favorito. Tirar um dia de folga na semana e fazer uma fuga da cidade. Dormir até as 10 da manha num sábado. Sentar num bar em Fortaleza e pedir uma cerveja estupidamente gelada. Andar de bicicleta num dia não muito quente e não muito frio. Pão quentinho com uma manteiga derretando. Tomar banho de chuva…

Ahhh, eu encontro tanta alegria fazendo essas coisas, que alguns chamas de pequenos prazeres, outros de “guilt pleasures” prazeres culpados, mas que eu nunca senti nenhuma pontada de remorso.

Aqui nos Estados Unidos, nos 40 dias que antecedem o domingo de páscoa, muita gente deixa de fazer algo que gosta, pra receber algo em troca. O mais comum é relacionado a comida. Muitas pessoas deixam de comer açúcar ou cortam carne vermelha da dieta e só voltam a comer depois da páscoa. Eles chamam isso de lent. Uma vez perguntei a um amigo se ele ia fazer lent e ele respondeu inocentemente “já há tantas negações na vida – por que eu deveria optar por desistir de mais uma outra coisa”, eu ri alto.

Muitas vezes a vida exige – jogo de cintura, trabalho duro, maturidade – e acaba nos negando certas coisas simples. De vez em quando é bom para a alma, perder o controle. A vida é curta e no final de tudo isso, você quer ser capaz de olhar para trás e saber que não só trabalhou duro, mas que você também aproveitou tudo que a vida tinha para oferecer.

Por isso eu aconselho, vá em frente e sacie um pequeno prazer hoje.

Uma dica que dou é criar uma kit de emergência de pequenos prazeres. Arrume um potinho de compota ou uma caixinha e alguns post –its. Escreva em cada papelzinho idéias de pequenos prazeres e coisas que te fazem feliz momentaneamente. Seja criativa e adicione qualquer coisa que vem a cabeça. Exemplo:

Passar óleo perfumado no corpo depois de um banho de beleza | Assistir um filme no computador | Comer uma colherada enorme do seu doce preferido | Andar no quintal de pés descalço | Dar banho no cachorro (juro, tem gente que adora) | Experimentar vários outfits e tirar fotos | Criar listas | Cantar a música do Legião Urbana – Faroeste Caboclo | Cozinhar seu prato favorito | Ligar pra sua avó, tia, amiga que você não fala há séculos| visitar o blog Ambiente Vistoriado.

Depois coloque os post-its dentro da sua caixinha. Guarde-a num lugar seguro. Toda vez que você estiver meio down, pra baixo, ou estressada com algo, sortei um post-it no kit de emergência e sacie um pequeno prazer.

pequenos prazeres da vida

Para inspirar mais: O vídeo “The Pleasure Of” compila de uma forma dinâmica diversas coisas simples que fazem a vida ser tão boa quanto ela é.

Um lindo final de semana para todos!!


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29.05.2014

encontre alguem que vai mudar sua vida-nao apenas seu status

Abra qualquer revista ou site de fofoca e o que você vai ouvir falar é do casamento da Kardashian. Bem, enquanto grande parte da vida dessas celebridades parece não se relacionar com a nossa própria existência, há um tema que quase sempre emerge que eu acho que a maioria de nós pode se relacionar – a pressão que esses casais sentem a viver de acordo com um padrão irreal e seu impacto sobre seus relacionamentos.

Sei que as maiorias de nós não estão sendo fotografados diariamente ou tem todos os movimentos vigiados, mas eu acho que as celebridades não são as únicas cujas relações enfrentam a pressão para serem perfeitas. Vivemos em uma sociedade que sustenta continuamente expectativas irrealistas e inúteis do que é um “bom” relacionamento e o porquê não devemos ficar solteiros.

Lembro que quando casei com meu ex-marido, eu tinha 29 anos e uma tia chegou a comentar: ”Já era tempo, estava preocupada achando que você ia ficar pra titia.” E o pior ainda foi o que ouvi de uma amiga depois que me divorciei. “Pelo menos agora você pode dizer que é divorciada, em vez de solteira.” É pra rir ou pra chorar?

Mas uma coisa eu descobri com meus erros, quando se trata de saúde mental, é verdade que estar sozinho é melhor do que estar em companhia errada.  Se você vive com uma pessoa que é incompatível de um jeito ou de outro, uma hora a corda vai arrebentar. Estar num relacionamento só pra não ficar sozinho vai lhe deixar deprimido mais cedo ou mais tarde.

Lembre-se que ser solteiro é como estar no início da história, mesmo que a história termina com você ainda estar sozinho. Quando você é único, tudo pode acontecer. Sua vida pode se transformar em um milhão de direções.

Há um grande erro que muitas pessoas comentem quando se trata de encontrar o amor. Elas acreditam que um relacionamento irá completa-las. O que eu quero dizer é: Você acha que algo está faltando na sua vida, e outra pessoa vai fazer esse sentimento ir embora. Você acha que um relacionamento é a chave para você ser feliz. Se você pensa dessa forma (mesmo que apenas um pouco ), eu sinto muito em dizer-lhe que este não é o caso. Na verdade, essa mentalidade está sabotando a sua experiência no amor. Aqui está o por que:

# Você atrai experiências que correspondem como você está sentindo por dentro

Se você sente que algo está faltando em sua vida, então sua experiência vai lhe trazer a prova de que essa percepção é verdadeira. Por exemplo, se você está preocupado em encontrar um parceiro e hiper- focado em não ter um, você vai continuar a ver os mesmos resultados de não ter um parceiro. A experiência vai aparecer de duas formas específicas: Você querer permanecer solteira, ou encontra um relacionamento que lhe mantém insatisfeito e não lhe completa.

Foi assim comigo, eu tinha mudado para os Estados Unidos há pouco tempo, estava só, longe dos meus amigos e o primeiro relacionamento que entrei me enfiei de cabeça. Não queria está sozinha, queria alguém pra me completar, cuidar de mim e fui deixando as coisas acontecer. Resultado: um ano depois estava casada, 3 anos depois estava separada.

Isso provavelmente não é o resultado que você está procurando se você deseja um parceiro amoroso. Então, sabendo de tudo isso, o que você pode fazer? Como você pode mudar para se sentir mais seguro, à vontade, presente e confiante quando você está procurando por amor?

Você começa a procurar os sentimentos que você acha que um relacionamento vai lhe trazer, dentro de si mesmo. Eu sei que no começo você pode parecer cético – que você pode pensar que é impossível sentir-se conectado, amado, realizado e cuidado sem um parceiro. Mas eu prometo a você que você pode. A coisa mais bonita sobre este processo é que uma vez que você encontrar estes sentimentos dentro de você vai ser muito mais provável de encontrá-los em um relacionamento.

Depois do meu divorcio aprendi minha lição. Da forma errada, claro. Mas aprendi no tempo que fiquei sozinha a me amar mais. Aumentei minha auto-estima, aprendi a aceitar a solidão. Fiz uma viagem de um mês sozinha e foi maravilhosa. Comecei a praticar yoga e meditação. Fiz terapia pra aprender a me conhecer.

Meu conselho: você encontra o amor-próprio, pondo de lado bastante tempo para estar apenas com você. A verdade é que você tem que se sentir bem antes de encontrar um parceiro, se você deseja que o relacionamento lhe faça sentir bem, também.

Através da criação de uma prática de encontrar a paz, força, felicidade e satisfação dentro  de si mesma, a sensação de precisar de algo de fora de você para se sentir bem vai começar a desaparecer. E quando isso acontecer, ironicamente, tudo o que você sempre quis , incluindo um relacionamento incrível que vai mudar sua vida, não apenas seu status, vai aparecer. Eu prometo!

>> Deixe um comentário abaixo dizendo como você está fazendo para encontrar o amor dentro de si mesmo em primeiro lugar. Estou ansiosa para ouvir vocês.

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27.05.2014

roteiro de nova york + 3 dias

Olá, olá…

Acabo de voltar de um final de semana prolongado de Nova York.  Passou rápido e ao mesmo tempo parece que fiquei um tempão fora, incrível como a dimensão do tempo muda quando saímos da rotina. Bom, o balanço final: foi bárbaro. Primeiro, por que NYC é NYC e ponto final. Segundo, por que estava com meu amor. Dessa vez, foi uma viagem romântica, com programas mais diversificados e menos turísticos.

a vida em fotos - viagem para nyc-roteiro de 3 dias

Sobre Nova York

Nova York é uma loucura. Muita gente na rua, o planeta inteiro caminhando pelas calçadas, todos os idiomas falados ao mesmo tempo. Mas o interessante é que tem brasileiros por todos os lados. Uma coisa de louco, parece até uma invasão. Fiquei hospedada em Chelsea, estava pertinho do novo point da cidade, o High Line. Também fiz comprinhas no Soho, fui a um show de Burlesque (que recomendo a todos), jantei no famoso restaurante Balthazar, subi no Top of the Rock pra ver a vista da cidade e claro fiz a visita a Estatua da Liberdade pela décima vez. No aspecto cultural, destaco três grandes programas: a visita ao MOMA (Museu de Arte Moderna), um show de jazz e o ballet.

Vou preparar um post legal com as minhas dicas românticas de Nova York. Mas quem está buscando um roteiro curto de 3 dias em NYC, tem um post que escrevi há um tempo que recomendo a leitura.

roteiro romantico para nova york

Sobre a vida

Recentemente tive a oportunidade de praticar stand up paddling numa lagoa que tem perto de DC. Engraçado que a gente pode sempre se superar. Entrei na água morrendo de medo, mal conseguia sentar na prancha e saí de lá (depois de três horas praticando) quase dando cambalhotas. Adorei o esporte e pretendo continuar praticando.

a vida em fotos + a amizade eh como uma flor

Sobre Amizade

Andei refletindo recentemente sobre a amizade e como ela pode se modificar com o tempo. O fato é que a amizade é como uma flor. Ela é um bem precioso que surge na vida das pessoas quando menos se espera, tornando a nossa vida mais feliz. Da mesma forma que a flor, a amizade precisa de cuidados para continuar com a mesma força e intensidade, mas a distância, as adversidades, o corre-corre do dia-a-dia, o tempo, faz com que a amizade sofra certa perda, e ás vezes se modifique. Por vezes acomodamo-nos e não alimentamos da melhor forma as amizades, e ela pode se degastar e enfraquecer. Mas em minha opinião, amizade que é amizade não morre com facilidade. E por aí, vocês estão cuidadando das flores ao seu redor?

a vida em fotos + blog ambiente Vistoriado

Sobre o blog

E para finalizar e atiçar vocês, estou planejando uma super surpresa para o blog e para os leitores agora no segundo semestre. Começando por um upgrade no layout bem bacana e uma mudança no estilo. Estou escrevendo um e-book para compartilhar com os leitres e também quero fazer uma pesquisa online pra saber a opinião de vocês e ideias do que devo ou não mudar no blog. Qualquer sugestão é bem-vinda.

 

No mais…

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23.05.2014

aprecie as pequanas coisasApreciar as pequenas coisas pode até parecer simples, mas é mais fácil dizer do que fazer.  Apreciação é uma dessas emoções que tendemos a esquecer, pois estamos sempre em movimento, indo de um lugar para o outro, ocupados e raramente parando para realmente apreciar o momento presente e as pequenas coisas da vida que fazem esses momentos tão especiais. É fácil esquecer as pequenas coisas quando temos tantas coisas maiores na nossa frente, mas da mesma forma que às vezes queremos se concentrar em uma imagem grande, e não só nas pequenas coisas, é importante, por vezes, parar pra lembrar e valorizar aqueles pequenos momentos e ser grata por eles.

Outro dia quando estava caminhando para o trabalho, uma música que eu adoro e não ouvia a muito tempo tocou – Keane, ” Eeverybody’s changing”. Normalmente quando estou caminhando para o trabalho, já estou em cima da hora e vou correndo pra não chegar atrasada, não estou focado em nada, apenas em chegar lá. Mas naquele momento, senti uma vontade de apreciar as coisas a minha volta. Diminuí o passo e fui observando a paisagem. Era um dia lindo, a temperatura estava ideal, nem muito quente e nem muito frio, tinha várias flores nos jardins pelo caminho, lembrei das coisas que me fazem feliz e como eu sou abençoada, lembrei de alguns amigos do Brasil e senti uma nostalgia boa.  Cheguei no trabalho sentindo uma paz interior misturada com alegria e todo o resto do meu dia foi maravilhoso.

Pois bem, essa semana eu aconselho você a tirar um dia no final de semana para apreciar as pequenas coisas – se você está andando para algum lugar, tome o seu tempo , olhe ao seu redor e absorve tudo. Talvez até pegue seu celular e tire umas fotos e documente as coisas pequenas que te fazem feliz, e aparentemente sem importância, que você encontrar. Uma flor bonita, uma casa diferente, a imagem bucólica de um parque, pessoas caminhando na rua, o sol batendo nas arvores, as gotas da chuva.

Se puder pegue um pedaço de papel, uma agenda, ou um caderninho e faça uma lista de gratidão para ajudar você a apreciar as pequenas coisas da vida. Você pode incluir na sua lista de gratidão tudo que você é grato e o que torna sua vida mais fácil e mais agradável.

Um lindo final de semana a todos!

aprecie as pequenas coisas do seu dia cafe um mimo da vida como apreciar as pequenas coisas da vida

Imagens via froufrouu


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22.05.2014

como saber superar uma perda

Recentemente eu li o poema da Elizabeth Bishop, A Arte de Perder, onde ela diz que arte de perder não é nenhum mistério por muito que pareça. Eu acho que eu sou a rainha em perder as coisas, até penso que no meu quarto tem um buraco negro onde tudo desaparece. Dia desse perdi meu brinco preferido, já perdi dinheiro, maquiagem e até um livro. Tudo no meu quarto e nunca mais achei. Sempre foi assim, desde criança. Um dia em perdi a minha boneca preferida e chorei por dias e acho que depois dessa perda aprendi a aceitar. De lá pra cá, houve outras perdas, muitas bobagens, nada que fizesse muita falta, mas também tive perdas bem maiores, familiares que se foram, perdi amores e afetos importantes e mais recentemente eu perdi meu trabalho.  Na verdade, meu contrato acabou e o orçamento não foi renovado, então na época depois do susto, fiquei três meses a procura de um novo trabalho. Foi meio estranho esse período, principalmente porque eu não queria qualquer coisa.  Mas hoje já tenho um novo trabalho e tudo está no ritmo certo.

Claro que saber lidar com a perda – todo tipo de perda – é uma tarefa difícil para qualquer pessoa, em qualquer situação ou idade. O sofrimento é único, e cada pessoa precisa respeitar seu ritmo pessoal e seu próprio tempo, sem expectativa para conseguir fechar o ciclo da perda. Não existe um botão para acionar e interromper um sentimento.

Mas acreditar que a vida deveria ser diferente, não envolvendo escolhas dolorosas, sofrimentos e perdas são irreais e só traz revolta, o que só prejudica. Tornando nossas expectativas quanto a nós mesmos, aos outros e à vida mais realistas, fica mais difícil nos frustrarmos e mais fácil nos adaptarmos.

Ninguém passa por situações que não mereça, por puro acaso; nem enfrenta uma carga maior do que a que tenha capacidade para carregar.

Saber que não vivemos num mundo desorganizado e que existem leis universais, “nada acontece por acaso”;  tudo tem uma razão de ser justa e produtiva, nos leva a encarar os acontecimentos (com relação a nós e aos outros envolvidos), mesmo os mais difíceis, como oportunidades de aprendizagem e crescimento.

E eu aprendi com todas essas perdas saber aceitar. Aprendi que não devo perder a fé e que perder não é o problema, pois sempre há algo sobressalente. Claro que recentemente com a perda do trabalho perdi também um pouco o ritmo aqui no blog e agora que estou voltando aos poucos. Então fui escrevendo menos e menos e a inspiração estava meio de lado.  Mas aí alguém uma vez me falou: “Manu como você consegue ficar tão calma sabendo que está sem trabalho? E consegue sair pra happy hour, ir pra academia? Se fosse eu, estaria desesperada.” Mesmo aconteceu quando me separei do meu ex-marido. Alguém disse que eu era forte e não sabia como eu conseguia.

Mas uma coisa que me ajudou bastante nesses momentos, foi que em vez de ficar amofinada em casa, ou lamentando o problema, resolvi criar metas de felicidade diária. Que de certo modo afetaram meu dia de uma forma positiva. Então escrevi no meu caderno essas pequenas metas diárias, como por exemplo – ir ao yoga, comprar flores pra casa, limpar o banheiro com minha música preferida, fazer uma corrida de 5K, pintar as unhas de uma cor alegre, ir ao salão dá uma geral no cabelo, andar de bicicleta… São coisas simples, mas me ajudavam a ter um tempo pra mim e pra absorver melhor minha perda de uma forma positiva. Durante esse tempo, claro que eu tinha que sentar online e aplicar pra milhares de emprego, mas eu também saia no domingo a tarde pra dar a volta num parque, comprava uma planta bonita pra minha casa, tomava um banho de espuma com velas e assistia minha TV show favorita com um copo de vinho. Chorar? Claro, sou ser humano. Mas ter essas pequenas metas de felicidade diária, me ajudaram aceitar a perda com calma e apreciar e desfrutar minha vida quando nada pode ser mudado. 

E vocês, sabem lidar com a perda?

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