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Sou Emanuella Maria (Manu), uma romântica inconsolável que adora coisas vintage e viajar. Há 7 anos moro na capital americana, Washington DC e neste espaço divido um pouco da vida no estrangeiro e o que me inspira no dia-a-dia. Falo das coisas que faço, do que gosto e o que me faz feliz.

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29.06.2014

Recentemente recebi um email de uma leitora aqui do blog pedindo meu conselho sobre o que fazer da vida dela & como ela poderia chegar a vida que ela queria. Resolvi responder publicamente seu email, porque lembro que anos atrás já estive na mesma situação que ela e não tinha ninguém pra me orientar e aconselhar. Na época, eu não tinha certeza se estava indo pro caminho certo ou o que eu queria fazer da minha vida e isso me agoniava profundamente.

Bem, eu não sou psicóloga e não tenho nenhuma formação nessa área, mas meus posts consegue tocar no coração de algumas pessoas e vez por outra recebo esse tipo de email. Então porque não dá minha opinião?

eu não sei o que fazer da minha vida

PERGUNTA:

“Como você decide o que você quer fazer com sua vida? Pode ser uma pergunta boba, mas atualmente estou lutando com isso”. (MB)

RESPOSTA:

Querida MB, essa é uma pergunta tão grande, e você poderia facilmente passar sua vida inteira tentando responder. Na verdade, muitas pessoas ficam presas a idéia de tentar encontrar um propósito na vida, ao invés de simplesmente viver a vida e aproveitá-la.

Eu acredito que você nunca vai encontrar o seu propósito de vida se você não está aproveitando ou preenchendo sua vida com amor. É muito comum pensar que nosso propósito será algo grandioso e inovador, mas pode não ser. Talvez a razão de você estar aqui é ser um amigo maravilhoso, talvez seja de se expressar através da dança, da música e talvez seja para inspirar  os outros. Você não tem que curar o câncer , ou viajar o mundo todo pra viver uma vida rica e gratificante.

Uma das coisas que eu aprendi na vida é que a gente não descobre o nosso propósito de vida. O nosso propósito é que nos encontra. Quando estamos fazendo coisas que nós gostamos, que nos inspira e que nos fazem feliz é quando encontramos um direção e uma orientação do que estamos destinados a fazer.

Por exemplo meu namorado sempre adorou música. Ele toca guitarra e instrumentos de corda desde os 5 anos. Mas ele cresceu numa família onde todo mundo é médico e era o que todo mundo esperava que ele fosse também. No halloween ele se fantasiava de médico, tinha um kit de laboratório pra brincar e ele mesmo acreditava que seria um médico um dia. Mas sabe o que aconteceu? Quando chegou na época de escolher que universidade ele queria entrar, ele mudou os planos de última hora e sem ninguém saber aplicou pra universidade de música. Quando foi aceito, foi um choque na família e até a avó disse: “O que você vai fazer com uma faculdade de música?” Pois bem, hoje ele é formado em jazz e da aula de música para uma escola de música clássica. Tem estudantes de 5 a 70 anos. Uma média de 10 estudantes por dia. Seu horário é completamente lotado e tem uma lista de espera de pessoas esperando uma vaga pra ser estudante dele. Ele adora o que faz e eu não consigo vê-lo fazendo outra coisa. Todo dia é uma festa no seu trabalho. Cada aluno pra ele é especial, tem uma história linda pra contar e o inspira a compôr novas músicas e descobrir outros estilos. Ele pode não ser rico, mas ele é feliz.

Antes de chegar aqui me formei em turismo e trabalhei na área por três anos. Tive que largar o trabalho e recomeçar uma faculdade pra investir na minha paixão por escrever. Tive que mudar de país e começar um blog pra saber que amo inspirar as pessoas e ajudar os outros a transformar a vida num ambiente mais bonito.

Acredite que o que vai vir pra você é exatamente o que precisa ser. Acredite que as experiências na sua vida vão te liderar para o seu caminho. E tudo vai dar certo

“Magica é acreditar em si mesmo, se você pode fazer isso, você pode fazer qualquer coisa acontecer.”- Johann Wolfgang von Goethe

Fiquem `a vontade para dividir nos comentários seu propósito de vida ou o que te inspira e te faz feliz!


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22.06.2014

01Eu adoro receber meu amigos em casa. Vocês já devem ter notado né? Vez por outra posto aqui no blog alguma festinha que eu organizo. Pra mim é um prazer sem tamanho  celebrar ao lado dos amigos e adoro os preparativos: planejar a festinha, criar um mural de idéias pinterest, pensar na decoração, os cuidados das comidas… Pra mim o que vale é ser uma boa farra cercada de gente querida, sabe?

O mês de junho é bem especial por que é o meu aniversário e do meu namorado. E dessa vez, resolvi fazer uma festa junina em plena capital americana.

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Passei o dia cozinhando e não faltou as comidas típicas que eu adoro. No cardápio teve baião de dois cearense, calabresa acebolada, Paçoca (ou farofa pro povo do sul) de carne seca, bolo de milho, torta de frango com milho, pão de queijo, pipoca doce, milho cozinho e cocada de copinho. E ficou tudo delicioso, foram só elogios a comida. As bebidas ficaram por conta dos convidados. Mas teve de tudo um pouco e teve até caipirinhas maravilhosas. Quando a gente faz as coisas com carinho, sempre dá certo no final.

A decoração veio direto de Fortaleza, minha mãe maravilhosa, comprou tudo no centro e mandou por uma amiga que estava visitando DC e coincidiram as datas. Usei a chita como toalha de mesa, bandeirinhas coloridas por todos lados, muitas flores, balões, santinhos de papel pra comemorar Santo Antônio, São Pedro e São João e muitas velas. E claro que na playlist tinha muito forró pé de serra.

E assim passou e a festa foi até de madruada e entre cocadas e caipirinhas, entre risadas, abraços e fofocas, uma alegria linda e muito amor. E que venham mais e mais festas!!!

Feliz São João minha gente!


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20.06.2014

o dilema dos cabelos cacheados no brasilEsse post é mais um desabafo pessoal e tem haver com aceitação, formas de perceber a beleza e o preconceito que criamos em torno de cabelos.

Conversando recentemente com uma amiga, entramos numa discussão sobre preconceito com cabelos e auto aceitação e isso me fez lembrar um episodio significativo na minha vida.

Quando ainda morava no Brasil, trabalhei numa grande empresa do setor privado. Era uma companhia sólida e reconhecida, com um excelente plano de carreira. Além disso, foi um dos trabalhos mais bem pagos que tive no Brasil. Mas como nem tudo é um mar de rosas, eu tive uma chefe que pegava no meu pé e foi um dos motivos que me fez pedir para sair da empresa.  A empresa tinha um dress code, Business Professional e mesmo morando no calor do Ceará. Todos os homens tinham que usar terno e gravata e as mulheres também tinham que estarem impecáveis de terninho. Até ai tudo bem pois era regra da empresa, mas chegou a um ponto em que minha chefe começou a encucar com meu cabelo. Diferente das colegas de trabalho que tinham o cabelo liso, meu cabelo era natural encaracolado tipo 3B e isso não tem como disfarçar. Mas teve uma certa vez minha chefe disse que meu cabelo era uma distração e parecia desarrumado com o volume e sugeriu que eu fizesse chapinha pois ia ficar mais “arrumado”.

Cabelo natural é muitas vezes visto como pouco profissional e despenteado que é obviamente ridículo, porque as pessoas não podem mudar a forma que os cabelos crescem e suas raízes de origem.

Hoje quando paro pra pensar, chego mais e mais à conclusão que as desigualdades existem por causa da maneira como classificamos e hierarquizamos as pessoas na sociedade. Claro que a atitude da minha chefe estava errada. Mas eu não a julgo, pois na minha experiência, o cabelo crespo e enrolado é muitas vezes mal visto até mesmo por membros da nossa própria família. E por causa disso, muitas vezes ainda cedo os cabelos das crianças são tratados com químicas e penteados pra disfarçar o volume e a textura natural do cabelo. As crianças crescem sem nenhuma ideia do que fazer com seu próprio cabelo, pois infelizmente, elas não recebem muita ajuda dos recursos externos.

Viver em uma sociedade em que o cabelo liso é normal afeta a confiança das crianças e como as mulheres cacheados são vistas em geral. Quando uma adolescente encaracolada abre uma revista, quase todos os modelos em anúncios e artigos têm cabelos lisos. Ligue a televisão e você está quase garantida de encontrar meia dúzia de atores com cabelos lisos e vez ou outra perdida tem uma encaracolada fazendo principal. E já rola aquele bafafá, que não deveria existir, pois somos brasileiros e é só sair na rua pra ver quantos cabelos cacheados e crespos tem por aí. Essas revistas (e outros meios de comunicação) são destrutivas tanto para o cabelo como para a autoconfiança de um adolescente com cabelo encaracolado.

O pior é que maioria das mulheres poderosas com cabelos crespos ainda optam por escondê-lo. Na verdade, dentro da lista de senadores servindo atualmente – nenhum das mulheres tem o cabelo crespo ou encaracolado! Quando as crianças não veem as pessoas que se parecem com eles na mídia ou em posições de poder, isso afeta a sua confiança e as fazem sentir menos capazes.

Saí da empresa porque não me sentia aceita e estava cansada de viver por trás de regras absurdas e porque dinheiro nenhum podia pagar a minha essência. Eu podia ter levado a discussão mais adiante e processado a empresa, mas preferi não aumentar a bola de neve, ficar com minha confiança e dizer umas poucas e boas pra essa chefe ridícula que eu tinha. Claro que não baixei o barraco, mas eu falei o que pensava.

FRASE DALAI LAMA

O fato que permanece é que o privilégio do cabelo liso existe sim e a única maneira de combater isso é criar uma campanha de auto aceitação para que nós tenhamos uma discussão verdadeiramente aberta sobre isso. Temos que refinarmos o nosso olhar e abrir a mente para enxergar diferentes belezas nos diversos tipos de cabelo que encontramos por aí. Cabelo cacheado e crespo é lindo. Diz muito mais das nossas origens e da nossa identidade.

Hoje moro fora do Brasil, tenho orgulho do meu cabelo e confesso que sou varias vezes paradas na rua por pessoas que acham meu cabelo lindo, perguntando dicas, quais os produtos que uso, como faço para cuidar. Tenho um namorado que incentiva o  volume no cabelo e uma carreira que me permite usar meus cabelos enrolados do jeito que eu quiser. E hoje posso dizer com toda a minha experiência o quanto é ridículo aliar o modo com que uso meus cabelos com a minha competência profissional. Mas quantas pessoas não tem essa oportunidade? Quantos chefes usam o cabelo como uma desculpa para “branquiar” seus funcionários? Hoje dia sabemos que não é mais permitido selecionar funcionários pela aparência, mas o que isso quer dizer no final? Será que estamos atentos a malícia escondida por um simples conceito de beleza?

Mas infelizmente este problema do cabelo é muito maior do que alguns chefes racistas. Pois isso diz muito mais do Brasil, da nossa sociedade e de como somos influenciados.

E vocês o que pensam sobre esse assunto?


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16.06.2014

Ola gente!!!

O sorteio acabou e a sortuda foi a Desiree Matias de acordo com random.org. Ela ganhou uma jóia da nova coleção da Shlomit Ofir :)

Mas não adianta ficar desanimada por que não ganhou. Se tem uma peça que você amou na loja, é só usar o código ambiente10 você ganha 10% de desconto + free shipping em todas as compras! (valido ate dia 22 de junho).

Legal né?  Não deixe de visitar a loja!!! http://www.shlomitofir.com/

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11.06.2014

Como ser feliz no aniversarioAmanhã é meu aniversário. Eu vou completar 34 anos e estou muito feliz por que tive mais um ano abençoado. Sempre gostei dessa data, ao contrário de muitas pessoas que fogem de si mesmas nesse dia. Eu adoro receber os cumprimentos, ser lembrada e quase sempre festejo.

Lembro que uma vez um namorado resolveu fazer uma festa surpresa. A festa foi linda, um sucesso, tirando o fato que o bolo era de chocolate e eu detesto chocolate. Mas o que valeu foi a intenção.

Amanhã vou comemorar com amigos, num bar, assistindo a abertura da copa, vestindo a camisa do Brasil e bebendo cerveja. Tem comemoração melhor?

Mas a história mais peculiar do meu aniversário aconteceu quando completei 30 anos. Nessa época eu estava no Equador. Passei quatro meses lá, viajando o país e fazendo uma pesquisa do meu mestrado. Foi uma data super crítica, pois estava saindo da casa dos 20s, tinha meu casamento marcado pra agosto no Brasil e estava longe de todo mundo. Sozinha, perto de um vulcão, vivendo com uma comunidade indígena, falando um portunhol arrastado, sem internet ou telefone. Mas é aquela história, se a vida te dá limões, então faça uma limonada. Resolvi que aquele dia ia ser especial. Acordei cedo e fui fazer um hiking na entrada do vulcão, que hoje em dia formou um lago lindíssimo. Depois contei pro pessoal da comunidade que era meu aniversário e eles fizeram um jantar especial à base de cuy. Pra quem não sabe o cuy é uma iguaria super popular nos Andes, mas no Brasil a gente conhece esse animal como porquinho da índia e usa como bichinho de estimação.  Mas eu comi, sem frescuras, afinal foi feito especial pra mim. Além disso, ganhei uma pulseira feita de sementes que é pra me proteger e afastar os maus espíritos.

Engraçado pensar nos meus aniversários passados e como em cada um deles fui feliz de uma forma diferente. Amanhã também vai ser especial. Mas uma coisa que hoje tenho certeza é que não existe somente uma idade para gente ser feliz, não existe apenas uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos. Na verdade, podemos fazer isso agora, no nosso presente. Não foi ontem, nem vai ser amanhã, é hoje. E como dizia a Martha Medeiros – Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.


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