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Sou Emanuella Maria (Manu), uma romântica inconsolável que adora coisas vintage e viajar. Há 7 anos moro na capital americana, Washington DC e neste espaço divido um pouco da vida no estrangeiro e o que me inspira no dia-a-dia. Falo das coisas que faço, do que gosto e o que me faz feliz.

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21.08.2014

Guest post escrito por Tatiana Barros

Borboleta na mão 600X600

“O segredo é não correr atrás das borboletas… é cuidar do jardim para que elas venham até você”. – Mario Quintana

Foi cuidando do meu jardim que descobri o blog da Manu e foi dentro dele que eu encontrei um pouco da minha historia e isso me fez bem. Hoje eu divido um pouco da minha vida com vocês na esperança de ajudar pessoas que atravessam essa estrada.

Eu fui casada durante 12 anos e eu me separei em 2012.

Nós nos conhecemos jovens, tínhamos sonhos e planos, casamos e viemos morar na França. No começo a adaptação foi difícil mas com o tempo a vida tomou seu rumo. Conseguimos construir uma vida confortável, do ponto de vista material. Tínhamos um bom emprego, ganhávamos bem e a vida era uma festa, pelo menos para ele, para mim ela era solidão.

Éramos um casal que conversava sobre todos os assuntos, menos a nosso respeito. Eu me lembro que no nosso aniversario de 10 anos de casamento eu pensei : eu não faço a menor ideia do que ele quer dessa relação. Logico que isso me deixava triste, durante anos eu questionei a falta de planos sem ouvir uma reposta, e também por isso não tivemos filhos.

Quando eu pedi o divorcio ele mudou, tentou melhorar a relação, mas para mim o amor havia acabado e quando isso acontece devemos partir.

Posso dizer que foi a coisa mais dolorosa que já fiz nos meus 38 anos de vida. Eu deixei tudo para trás: emprego, casa, marido e todos os pertences. Eu só trouxe roupas e livros comigo. Eu voltei a estudar para melhorar meu diploma e conseguir um novo emprego, numa nova cidade. Hoje eu vivo com uma bolsa de estudos e posso afirmar que o dinheiro é contadinho.

Não vou dizer que foi fácil pois não foi. Eu chorei todos os dias do primeiro ano de separação e no segundo ano, eu só estudei e dormi, tudo isso para não pensar na minha tristeza. Eu ainda choro às vezes, mas eu sei que tomei a boa decisão.

Eu também tenho consciência dos meus erros, eu sei que eles também contribuíram para o término do meu casamento. O erro não foi só dele pelo seu silencio, a minha atitude face ao silencio dele também foi errada.

Eu penso sempre no meu casamento, tentando buscar as minhas falhas, às vezes eu consigo me conscientizar de algumas, mas esse exercício é muito difícil. Porém de tudo isso eu tirei os seguintes ensinamentos :

Se posicionar e dar limite as pessoas:

Eu tenho um defeito péssimo, eu não limito a ação das pessoas que impactam a minha vida de maneira ruim. Isso me prejudica muito. Buscando não magoar ninguém eu acabo por me magoar. Daqui para frente eu pretendo ser sincera, sem ferir ninguém, e sinalizar quando um comportamento não me convém e me afastar, se for o caso.

Não ter medo:

Eu fui criada para ter medo. Meu pai era autoritário conosco, nada violento, mas sempre temi as suas reações. Minha mãe criou o mito do medo em relação às reações do meu pai, então imaginem, eu tinha medo de tudo! Meu ex-marido também cultivava o medo. Eu descobri que o medo é o nosso pior inimigo, podemos fazer o que queremos, basta organização e determinação.

Acreditar, pois a felicidade existe:

As vezes escuto pessoas dizendo que isso é tolice, que a felicidade não existe. Eu tenho certeza que ela existe e que ela mora dentro de nós. Precisamos somente acordá-la e isso começa quando escutamos aquela vozinha que conversa com a gente, sabe?

Eu não sei o que vai acontecer daqui para frente, estou reconstruindo tudo, até os amigos, pois perdi todos nessa caminhada. Hoje eu tenho preocupações que não tinha quando era casada, mas o que eu ganhei sendo sincera comigo vale muito mais do que essas preocupações. Hoje a minha felicidade depende de mim e das minhas escolhas e poder fazê-las sem culpa é pura magia!

divisorEsse post é uma contribuição e faz parte da nova TAG Corrente do Bem. Se você também quiser participar e dividir sua história entre em contato.


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15.07.2014

nova york pelos meus olhosAprender a olhar e ouvir o outro só pode acontecer quando o indivíduo cultiva o hábito de aprender a olhar e ouvir a si mesmo”- Jean Vaysse

Esse final de semana que passou foi um pouco diferente da minha rotina. Fui para NYC passar o final de semana sozinha, curtir a mim mesma, fazer coisas que gosto e participar de um workshop de autoestima e auto descobrimento. Para mim essa foi como uma viagem de autoconhecimento.

Na verdade, o autoconhecimento é um processo constante para o resto da vida. Nós estamos sempre nos aperfeiçoando, nos conhecendo, explorando, crescendo. E não há um momento em que podemos parar porque já nos conhecemos o suficiente, sempre há o que descobrir, pois o autoconhecimento requer uma constante auto reflexão, uma vez que nos estimula a manter contato profundo e significativo com nosso eu mais verdadeiro.

E o fato é que se você se conhece, tem maior controle sobre suas ações e emoções. E o resultado disso é mais equilíbrio e tranquilidade na vida, o que traz benefícios em todos os sentidos. Mas investir no autoconhecimento exige disponibilidade para enfrentar tal processo, o que nem sempre é fácil.

E essa viagem me ajudou nesse sentido. Precisei encarar algumas limitações, tive que saber respeitar a mim mesma e meu tempo sozinha, conheci novas pessoas e fiz contatos significativos para minha vida e carreira. Além disso, fiz coisas que gosto, passei muito tempo sozinha, me inspirei através de outras pessoas, das experiências e através do livro que estava lendo.

“A nossa grandeza reside não tanto em (3)

Já falei aqui no blog como gostar de estar sozinho e até escrevi algumas dicas de coisas para fazer sozinho. Eu particularmente adoro viajar sozinha. Ninguém te impede, ninguém te apressa, ninguém te julga. Gosto de andar no meu passo, me sinto mais a vontade para falar com estranhos na rua e pedir informações, gosto de tirar fotos e observar os detalhes sem me preocupar com o tempo, ou onde é a próxima parada. Além disso, comer sozinha muitas vezes tem um quê de especial. As refeições sozinhas não precisam ser corridas ou carentes de significado. Tenho tempo de saborear cada mordida e apreciar os sabores, lendo meu livro favorito.

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Também tive a oportunidade de visitar uma lojinha de cristais.  Comprei coisinhas pra energizar minha casa e minha vida. Eu acredito que as pedras são excelentes instrumentos para atrair bons fluidos para a nossa vida e alinhar as energias que possam estar em desarmonia.

proteçao em nova yorkcristais em nova york

Radical Self Love Salon

O proposito maior dessa viagem pra NYC foi participar do Workshop Radical Self love Salon – “Salão do auto amor radical” da Gala Darling. Pra quem não sabe a Gala, é uma das minhas fontes de inspiração. Ela é uma blogueira motivacional da Nova Zelândia que vive em NYC e recentemente resolveu fazer esse workshop para um grupo pequeno de pessoas.

radical self love salon gala darling

Foto by Gala Darling

Eram apenas 7 mulheres, numa sala aconchegante no meio do Soho. Usamos esse momento pras nos conhecer, falar um pouco da nossa vida, dividir ideias e inspirações e aprender técnicas novas de autoconhecimento e auto amor.

Foi bem intenso e especial. Mas teve uma técnica que aprendi nesse evento, o EFT – Emotional freedon tecnic, que me chamou mais atenção e comecei a aplicar na minha vida. Essa é uma técnica que combina a acupuntura chinesa com a psicologia moderna e através dela você pode ter resultados surpreendentes na sua vida. Na verdade a transformação se passa na ponta dos dedos, nos pontos onde você pressiona com pequenas batidinhas  e nas palavras de encorajamento que você usa. Pessoas no mundo todo usa o EFT para lidar com problemas, para lidar com a depressão, para lidar com a ansiedade e até mesmo com um pensamento negativo.  Aqui tem um link de um vídeo em português explicando sobre a técnica e como aplica-la.

Saí de lá mais leve, mais confidente e com planos lindos para minha jornada e claro, para o blog.

gala darling & manu ambiente vistoriado

Todos nós temos que dar um passo para o nosso auto conhecimento e auto amor. E se você já está nesse caminho, é o seu dever transmitir o que sabe. É de sua responsabilidade usar essas ferramentas para ajudar outras pessoas. Se amar não é apenas olhar para o próprio umbigo, é aprender a transformar a sua própria luz para que você possa iluminar o mundo e as pessoas ao seu redor. Você pode começar a mostrar que a sua luz é um reflexo deles.

E por isso resolvi usar o blog ainda mais como uma ferramenta pra dividir essa positividade com vocês. Aguardem, que surpresas estão por vir.

autoconhecimento radical self love salon


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10.07.2014

Lições que aprendi com a perda do Brasil

“Ser miserável. Ou motivar-se. O que tem que ser feito, é sempre a sua escolha”. –  Wayne Dyer

Terça feira foi o jogo histórico do Brasil, onde perdemos contra a Alemanha de 7 a 1. Muito maior do que o Maracanaço de 1950, essa perda vai ser contada por um longo tempo.  Tenho certeza que esse jogo abalou as estruturas de muita gente e no meu caso, foi um resto de dia perdido.

Estava num bar em DC lotado de brasileiros e alemães. Só consegui assistir o primeiro tempo e depois fui pra casa. Coloquei meu pijama (em plena cinco tarde) e fui assistir um filme qualquer que estava passando na TV.  Depois olhei no celular o placar 7X1. Quase tive um infarto do coração. Eu estava chateada, envergonhada e com um nó na garganta que não passava.

Resolvi compensar na comida. Fiz uma pasta com molho branco, linguiça italiana, manjericão e muito queijo e depois um bolo Luis Felipe para comer de sobremesa. Após comer umas 2 mil calorias, achei que estaria feliz, mas na verdade só queria chorar. Liguei pra minha família no Brasil. Minha irmã que é fanática por futebol estava arrasada, mas levando pro lado indignação. Minha mãe, não se abalou muito, disse que nem viu o jogo e pegou no sono no inicio da partida. Já dizia o ditado – “ o que os olhos não veem o coração não sente”.

Depois fui dar uma bisbilhotada no Facebook. Não sei pra que. Desde então, venho sendo bombardeada da revolta das pessoas, artigos sem pé nem cabeça, ideais mirabolantes de conspiração de que a copa foi vendida, pessoas querendo culpar fulano ou cicrano e achar alguém pra crucificar. É muita negatividade minha gente.

Eu sei que ninguém gosta de perder. Eu particularmente odeio perder. Mas o pior não é perder, é saber superar a perda.  Por isso aqui vão 3 lições que eu aprendi com esse jogo do brasil.

1. Discuta com os outros a perda – mas faça a sua análise pós jogo. Não ignore as perdas. Não culpe as pessoas envolvidas com a perda. Certifique-se de ouvir a perspectiva das outras pessoas, mas tire suas próprias conclusões – mesmo se elas sejam diferentes do ponto de vista das outras pessoas.

2. Aprenda com os erros. E não cometa o mesmo erro duas vezes. Ainda temos mais um jogo pela frente. Dane-se tudo e continue. Falhar é uma oportunidade para melhorar. Sim, perder é um saco, perder feio é pior ainda, mas sempre podemos fazer melhor na próxima vez.

3. Escolha o que afeta você. Eu estaria mentindo se eu dissesse que não me abalo mais quando vejo algo relacionado a esse jogo online. Mas eu prefiro evitar ficar lendo essas coisas na Internet ou alimentar o sentimento ruim dos outros. Porem tenho visto muitas pessoas que se deleitam em sua miséria, deixando as más recordações e o sentimento de indignação crescer e acabam incentivando a ira e a raiva em outras pessoas, postando artigos  negativos. Nunca deixe o passado assombrá-lo. Se você fizer isso, você vai ser consumido e vai consumir os outros também.  Olhe pra frente e não para trás.

Bem, próximo domingo vou está torcendo pela Alemanha. Eu não tenho rixa com os Argentinos, na verdade tenho vários amigos que são de lá e eu os adoro. Mas a Alemanha está no meu coração. Já morei em Berlin em 2005 e além disso, acho que o time é excelente. Merece ganhar.

E vocês já conseguiram aceitar  a perda?

Foto por Crystian Cruz


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06.07.2014

Untitled design (15)

Essa semana celebrei 2 anos que conheci uma pessoa maravilhosa que mudou a minha vida.

Há dois anos estava me recuperando de um divorcio, voltando de um mês de férias do Brasil, onde fui recarregar minhas energias, tinha mudado de apartamento e estava tentando me adaptar à vida nova, quando “cabum”, esbarrei com essa pessoa incrível na rua. Foi bem assim mesmo. Meio dia, um sol de rachar, fazendo uma média de 35 graus e eu caminhando em direção a um churrasco para celebrar o feriado americano de 4 de julho. E ele, sem camisa, mini shorts, completamente suado, fazendo sua corrida matinal de 10K. Foi em uma dessas esquinas da vida que a gente se esbarrou. Eu podia ter pedido desculpa, baixado o olho e passado direto, mas em vez disso resolvi dizer a palavrinha mágica do meu vocabulário “oi”.

E esse oi, virou um “tudo bem?”, que virou um “de onde você é?”, que virou um “adoro o brasil e a musica brasileira”, que virou um sorriso leve, que virou um “o que tem de bom pra fazer nessa vizinhança?”, que virou dicas de restaurantes e bares, que virou dois estranhos sorrindo na rua, cada um seguindo pra um lado, com um numero novo de celular na agenda do telefone.

Sabe quando você abre uma porta e não sabe o que há atras dela? Essa é a coisa com o início de toda a história: você nunca pode saber onde você vai acabar.Você não sabe o efeito que terá sobre sua vida daqui a um ano ou dois. Essa é a coisa fantástica e assustadora sobre a vida – não há garantias.


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29.06.2014

Recentemente recebi um email de uma leitora aqui do blog pedindo meu conselho sobre o que fazer da vida dela & como ela poderia chegar a vida que ela queria. Resolvi responder publicamente seu email, porque lembro que anos atrás já estive na mesma situação que ela e não tinha ninguém pra me orientar e aconselhar. Na época, eu não tinha certeza se estava indo pro caminho certo ou o que eu queria fazer da minha vida e isso me agoniava profundamente.

Bem, eu não sou psicóloga e não tenho nenhuma formação nessa área, mas meus posts consegue tocar no coração de algumas pessoas e vez por outra recebo esse tipo de email. Então porque não dá minha opinião?

eu não sei o que fazer da minha vida

PERGUNTA:

“Como você decide o que você quer fazer com sua vida? Pode ser uma pergunta boba, mas atualmente estou lutando com isso”. (MB)

RESPOSTA:

Querida MB, essa é uma pergunta tão grande, e você poderia facilmente passar sua vida inteira tentando responder. Na verdade, muitas pessoas ficam presas a idéia de tentar encontrar um propósito na vida, ao invés de simplesmente viver a vida e aproveitá-la.

Eu acredito que você nunca vai encontrar o seu propósito de vida se você não está aproveitando ou preenchendo sua vida com amor. É muito comum pensar que nosso propósito será algo grandioso e inovador, mas pode não ser. Talvez a razão de você estar aqui é ser um amigo maravilhoso, talvez seja de se expressar através da dança, da música e talvez seja para inspirar  os outros. Você não tem que curar o câncer , ou viajar o mundo todo pra viver uma vida rica e gratificante.

Uma das coisas que eu aprendi na vida é que a gente não descobre o nosso propósito de vida. O nosso propósito é que nos encontra. Quando estamos fazendo coisas que nós gostamos, que nos inspira e que nos fazem feliz é quando encontramos um direção e uma orientação do que estamos destinados a fazer.

Por exemplo meu namorado sempre adorou música. Ele toca guitarra e instrumentos de corda desde os 5 anos. Mas ele cresceu numa família onde todo mundo é médico e era o que todo mundo esperava que ele fosse também. No halloween ele se fantasiava de médico, tinha um kit de laboratório pra brincar e ele mesmo acreditava que seria um médico um dia. Mas sabe o que aconteceu? Quando chegou na época de escolher que universidade ele queria entrar, ele mudou os planos de última hora e sem ninguém saber aplicou pra universidade de música. Quando foi aceito, foi um choque na família e até a avó disse: “O que você vai fazer com uma faculdade de música?” Pois bem, hoje ele é formado em jazz e da aula de música para uma escola de música clássica. Tem estudantes de 5 a 70 anos. Uma média de 10 estudantes por dia. Seu horário é completamente lotado e tem uma lista de espera de pessoas esperando uma vaga pra ser estudante dele. Ele adora o que faz e eu não consigo vê-lo fazendo outra coisa. Todo dia é uma festa no seu trabalho. Cada aluno pra ele é especial, tem uma história linda pra contar e o inspira a compôr novas músicas e descobrir outros estilos. Ele pode não ser rico, mas ele é feliz.

Antes de chegar aqui me formei em turismo e trabalhei na área por três anos. Tive que largar o trabalho e recomeçar uma faculdade pra investir na minha paixão por escrever. Tive que mudar de país e começar um blog pra saber que amo inspirar as pessoas e ajudar os outros a transformar a vida num ambiente mais bonito.

Acredite que o que vai vir pra você é exatamente o que precisa ser. Acredite que as experiências na sua vida vão te liderar para o seu caminho. E tudo vai dar certo

“Magica é acreditar em si mesmo, se você pode fazer isso, você pode fazer qualquer coisa acontecer.”- Johann Wolfgang von Goethe

Fiquem `a vontade para dividir nos comentários seu propósito de vida ou o que te inspira e te faz feliz!


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