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Sou Emanuella Maria (Manu), uma romântica inconsolável que adora coisas vintage e viajar. Há 7 anos moro na capital americana, Washington DC e neste espaço divido um pouco da vida no estrangeiro e o que me inspira no dia-a-dia. Falo das coisas que faço, do que gosto e o que me faz feliz.

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15.09.2014

Essa semana postei um questionário do blog pra conhecer minhas leitoras e também poder direcionar melhor os posts do Ambiente Vistoriado. Pra minha surpresa, em menos de 5 dias, mais de 200 pessoas responderam o questionário e cada vez que leio as respostas, um sorriso enorme se abre. É muita gentileza minha gente.

Bem, no meio de tantas perguntas, deixei um espaço pra que você possa me fazer uma pergunta sobre qualquer coisa que tenha curiosidade. Pra algumas pessoas respondi por email e pra outras vou responder em um post, pois acredito outras pessoas tem a mesma dúvida ou curiosidade.  A partir de hoje, vou postar toda segunda-feira, no Manu Responde.

Quando mudei para os Estados Unidos não foi fácil, principalmente porque minha família não me apoiou completamente. Eu tinha uma situação estável no Brasil, um emprego que pagava bem, já morava sozinha e isso me dava um status de independência. Mas mesmo assim, eu não estava feliz e queria uma mudança na minha vida. Então pedi demissão no trabalho, apliquei para um visto de estudante e mudei pra cá com com a cara e a coragem sem saber direito o que estava fazendo.

Quando mudei para os Washington DC também não foi fácil, meu inglês não era muito bom, eu tinha vergonha de falar e com isso me limitava para fazer novas amizades. Além disso eu sentia uma saudade enorme dos meus amigos e da minha família no Brasil e muitas vezes me sentia sozinha. Fora que a grana era curta, pois tinha que pagar escola, aluguel, comida, e o dinheiro que tinha juntando no Brasil era limitado. Mas dentro de mim, mesmo com todos esses ajustes, eu sabia que estava fazendo a coisa certa.

Então resolvi me dedicar ao inglês, estudava 5 horas por dia numa escola intensiva e me forcei a falar mais com estranhos e perder a timidez. Além disso, ouvia rádio e assistia filmes em inglês legendados em inglês.

Eu já fiz um vídeo falando dos altos e baixos de morar nos Estados Unidos. Inclusive o vídeo já passou de mais de 70 mil visitas. Quem não assistiu e tem curiosidade é só clicar AQUI. Mas como comentei no vídeo

VIVER NUM PAÍS ESTRANGEIRO NÃO É FÁCIL, VOCÊ VAI SEMPRE SE SENTIR “DIFERENTE”, MAS CABE APENAS A VOCÊ QUEBRAR ESSAS BARREIRAS E BUSCAR USUFRUIR O MÁXIMO QUE ESSA EXPERIÊNCIA PODE LHE OFERECER

Hoje em dia, tudo se encaixou. Já moro em Washington DC há 7 anos. Consegui não só terminar meu cursinho de inglês, mas depois fiz meu mestrado em Relações Internacionais em uma das melhores universidades Americana e recentemente, comecei uma especialização na área de coaching. Trabalho com Comunicação e jornalismo para uma Organização Internacional, e uso inglês todos os dias no meu trabalho e na minha vida pessoal. Além disso, aprendi Espanhol e já vou começar a estudar Francês. Os amigos vinheram com o tempo, a família, eu converso toda semana pelo Skype e quando posso vou visitá-los no Brasil.

A vida é como abrir uma porta que você não sabe o que há atrás dela. E mudar de país pra mim, foi assim. Você nunca pode saber onde você vai acabar. Você não sabe o efeito que essa mudança terá sobre sua vida. Mas essa é a coisa fantástica e assustadora sobre a vida – não há garantias.

Gostou? >> Leia o Manu Responde #1 – Eu não sei o que fazer da minha vida.

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12.09.2014

5749491725_b698dc661d_o“Bendito seja aquele que aprende a admirar, mas não Invejar, seguir mas não Imitar, elogiar mas não bajular, liderar mas não manipular”. – William Arthur Ward

Nas últimas semanas, eu tenho tentado uma pequena experiência na minha vida. Tem sido bastante transformadora e agora quero desfiar a vocês. O experimento é o seguinte:

Inclua um elogio em cada conversa. É simples assim. Mas também é tão difícil.

Esse desafio não começou para mim como uma experiência intencional. Há algumas semanas, eu estava passando a tarde com uma amiga e durante uma pausa na nossa conversa, mencionei uma coisa que eu admiro nela. Foi àquelas frases espontâneas, só senti vontade de falar e falei.

Mas a resposta dela me surpreendeu. Foi ainda mais emocional do que o meu elogio original. Ela levantou a cabeça, me olhou nos olhos e respondeu: “Obrigado Manu. Eu realmente precisava ouvir isso hoje. ”

Hoje também aconteceu algo similar comigo. Tava tendo uma manhã pesada no trabalho e recebi um email de uma leitora que respondeu o questionário no blog. No email ela soltou alguns elogios e fez alguns cometários que mudaram completamente o meu dia.

E aí Lembrei que muitas pessoas estão lutando batalhas difíceis diariamente. Colocamos rostos sorridentes, mas no fundo, estamos machucados por dentro, não é verdade? Às vezes, uma palavra amável é a única fonte de esperança que encontramos no nosso dia. E muitas vezes passamos o dia sem ouví-la.

Eu decidi a partir daquele momento em diante que iria tentar ser mais intencional com os meus cumprimentos e incentivos. Na verdade, gostaria de tentar trabalhar um elogia em cada conversa e interação que tiver com as pessoas.

Esse experimento tem sido ao mesmo tempo desafiador e divertido. E aqui estão alguns dos resultados que tenho notado:

Beneficia outros.

Elogios encorajam as pessoas. Através de palavras amáveis​​, lembramos as pessoas do seu valor e os seus talentos. Todos nós queremos ser notados e receber elogios confirma que estamos fazendo a coisa certa. Elogios fornecem confiança, alegria e esperança.

Ele me beneficia.

Quando compartilhamos a felicidade, nós a recebemos a felicidade de volta. Hoje em dia, depois que passei a elogiar mais, eu vejo mais sorrisos por aí. Eu percebi mais gentileza ao meu redor. O experimento também me obriga a pensar menos em mim e mais sobre a outra pessoa. É bastante auto revelador. Comecei a reconhecer como ofereço poucos elogios em um dia. E tenho sido lembrada constantemente do poder das minhas palavras.

Beneficia o meu ambiente.

As pessoas ao nosso redor criam os ambientes em que vivem, trabalham e se divertem. Espalhar alegria através da promoção de uma cultura de incentivo e desafia os outros a fazer o mesmo. Nosso ambiente de trabalho fica diferente, a nossa vida se sente diferente, e o mundo ao nosso redor começa a mudar um pouco.

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Nossas palavras são importantes. Eles têm a capacidade de transportar vida dentro delas. E oferecendo elogios sinceros é uma das melhores maneiras de conseguir isso.

Se você decidir tentar o desafio aqui estão algumas lições que aprendi:

Deixe que o bom senso seja o seu guia. Nem toda conversa precisa de um elogio. Algumas são curtas, alguns são apenas de passagem, e algumas pessoas falam com você em várias ocasiões durante o dia, principalmente no ambiente de trabalho. Portanto, use o bom senso. Se você conversar com seu chefe, colega de trabalho, ou namorado (a) 10-15 vezes cada dia, oferecer um elogio cada vez pode ficar estranho.

Tente ser específico. Nem sempre é possível, mas elogios específicos sobre uma pessoa e o que você aprecia sobre ela parecem carregar maior peso.

Você pode sempre terminar a conversa com um elogio. Mais do que algumas vezes eu ofereci meu elogio no final da conversa: “Foi bom falar com você hoje”, ou “Estou feliz que você tirou um tempinho para falar comigo,” funciona muito bem se eu não tive a chance de fazer um elogio durante a conversa.

Usando um cumprimento como uma transição também pode ser útil. “Ei, você que é bom em matemática. Eu tenho uma pergunta para você. “” Eu noto que você faz um bom trabalho na gestão de pessoas, posso te perguntar uma coisa?” Esse tipo de elogio precisa de um pouco de reflexão, mas funcionam muito bem.

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Quanto mais você conhece alguém, mais fácil pensar em algo bom de dizer. Como é de se esperar, o melhor que você conhece alguém, mais fácil é pensar e oferecer um elogio específico. Eles tendem a fluir mais naturalmente.

Aprenda com seus erros. Haverá várias vezes que você vai esquecer de oferecer um elogio. Não desista. Em vez disso, tente aprender com isso. Enquanto você vai embora, veja se você consegue descobrir por que você esqueceu. Há provavelmente várias razões, mas eu eu percebi que geralmente foi o simples fato de que eu estava mais focado em mim mesmo durante a conversa do que a pessoa que eu estava falando.

Tente por alguns dias. Eu recomendo se comprometer com o desafio por pelo menos três dias.

Comece o seu desafio hoje. Não espere para amanhã. Tente adicionar um elogio na próxima conversa hoje, ou deixe um comentário verdadeiro aqui no post.

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Bom final de semana pra todos!

Fotos de ilovedoodle


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10.09.2014

happy days (1)

Olá queridos leitores!

A maioria das pessoas lembra de pedir, mas não é todo mundo sabe agradecer. É eu sei que a vida é corrida, a gente quer que tudo aconteça logo e nessa interação louca acaba deixando coisas simples de lado. Mas no meio disso é preciso arrumar um tempo para parar, pensar, respirar fundo e lembrar das pessoas que nos ajudam diariamente.

Por isso muito obrigada a você, que lê o meu blog. Muito obrigada a você, que acompanha o blog há tanto tempo, ou mesmo quem conheceu o blog agora. Muito obrigada a você, que segue o blog nas redes sociais. Muito obrigada a você que recebe os posts diretamente no e-mail ou lê no feed. Muito obrigada a você, que mesmo sem me conhecer pessoalmente me manda sempre boas energias.

Obrigada de coração!

Bem, antes de eu ir, eu preciso te pedir um favor.

Quero conhecer um pouco mais meus leitores e garantir que o conteúdo que eu publico no Ambiente Vistoriado, no futuro, será útil para você, que irá atendê-lo da maneira certa que você precisa dele. Além disso estou planejando mudanças no blog e para ter certeza que estou indo pelo caminho certo, eu  preciso saber o que você pensa.

Eu ficaria muito agradecida se você tirar cinco minutos do seu dia para responder o questionário abaixo

Em essência, o que eu realmente estou pedindo é o seguinte:

Se você e eu estávamos sentados num café, tomando um suquinho de cajá geladíssimo e conversando sobre a vida. O que você iria me contar? Quem é você? O que você faz? De onde é? Como conheceu meu blog? Como anda a sua vida? Tem alguma área que posso te ajudar com teus textos?

Vou ler todas as respostas com carinho e se deixar alguma pergunta vou respondê-las individualmente. 

Eu entendo o tempo é precioso, por isso, com todo o meu coração, obrigado por ler até aqui, e realmente espero ouvir de volta em breve.

Um abraço

Manu

P.S. Caso não consiga vizualizar o questionário, clique AQUI.


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29.08.2014

relacionamento eh uma obra em andamento _reflexao

Certa vez, eu li em algum lugar que um filósofo definira uma palavra para expressar algo que está além até mesmo do belo. Não consigo lembrar dessa palavra agora.

Esses dias mesmo pensei naquilo que há entre duas pessoas – relacionamento, como uma obra.

Como algo que se esculpe ao longo do tempo. Algo em andamento e que, mesmo em andamento e mesmo nunca acabada, é bela.

Algo que se esculpe, mas não exatamente como uma escultura. Não se retira, não se adiciona nada. Os elementos se somam, se dividem, subtraem e multiplicam em uma matemática mais orgânica, mais parecida com o pão de casa ou com as plantas que temos na varanda.

Mais como se fosse água. Mais como se a vida se remodelasse de acordo com o recipiente. E um recipiente tão fluido como o seu próprio conteúdo, no entanto.

É um lance meio confuso, pensar nessa obra e refletir sobre ela. Porque de certo modo quando admiro o outro, no outro, admiro-me. Confuso né?  É contraditório, mas muitos poetas já tentaram explicar o quanto é contraditório tudo isso. Assim é porque abarca tudo, todos os argumentos. Os prós e os contras. Está acima deles.

Cada relacionamento é bem diferente. Mas quem pode dizer que a obra de um relacionamento é melhor do que a outro, ou que a receita para a felicidade de um casal é exatamente o que é necessário para todos? Enquanto estamos gratos por os conceitos que aprendemos por aí, uma das coisas mais importantes que aprendemos não é copiar a obra de outra pessoa. Por isso dessa vez resolvi não escrever sobre a formula, a lição, o porquê, ou isso ou aquilo. Só precisamos ter em conta que nossos relacionamentos com o próximo são obras sempre em andamentos e só cabe a nos dar continuidade ou não.

Ahh e acabei de lembrar da palavra do filosofo:

Sublime!


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23.08.2014

vida simples e feliz

“As coisas mais simples da vida são as mais extraordinárias, e só os sábios conseguem vê-las”. Paulo Coelho

Vocês não amam a sensação de abrir uma caixa de um sapato novo? Ou melhor, vestir aquela roupa maravilhosa que estava esperando a ocasião certa pra ser estreada? Eu com certeza adoro. Mas ao observar esse meu comportamento de felicidade ao ter uma coisa nova, percebi que o novo rapidamente se torna apenas mais um item na minha vida. A excitação da novidade passa muito rápido.

À medida que nos tornamos mais ricos, parece que adicionamos mais e mais coisas para a nossa vida. Em seguida, usamos nossa casa, nosso carro e todos os nossos bens, para justificar que ganhamos o jogo da vida. Porque só chegou lá quem tem. Mas será?

Eu particularmente passei muitos anos na minha adolescência e meus vinte e poucos anos acumulando coisas. Durante esse tempo, muito da minha autoestima foi inconscientemente associada com a quantidade de coisas que eu tinha; os nomes das marcas e as últimas tendências. Gastei um monte de dinheiro em roupas e outras coisas que me fez sentir “superior”. Essas coisas me deram um senso de identidade. Eu cresci tão ligada a essa definição de mim mesma, mas agora eu percebo que além de acumular um monte de lixo no meu espaço de vida, acumulei no meu espaço interior. Ironicamente, essas pilhas de coisas me impediram de conseguir a compreensão e a paz interior comigo mesma.

Estamos tão ansiosos para encher a nossa casa, mas tão desinteressados em limpá-la. Como resultado, agora precisamos de espaços maiores, mais espaço de armazenamento, e mais confusão para a mente.

Vocês sabiam que nos Estados Unidos as pessoas podem alugar umas garagens de self-storages e guardar todas as tranqueiras por lá? Paga-se um aluguel mensal ou anual e pode-se deixar as coisas la para depois retirar no futuro. Inclusive tem até um show de TV sobre isso: pessoas que alugam essas garagens e nunca vem pegar os pertences e os donos da garagem se apropriam e revendem as quinquilharias. Ter dificuldade para reduzir a quantidade de coisas que nós possuímos é devido ao nosso apego a essas coisas.

vida simples

Menos é realmente mais?

Há uns anos conheci um casal jovem e bem sucedido que morava num dos bairro mais caro de DC. Ele, era diretor de uma empresa grande da área financeira e ela tinha uma boutique de roupas orgânicas na área mais badalada da cidade. Além disso, eles tinham uma filhinha linda de dois anos. Éramos muito próximos e tive a oportunidade de ir varias vezes na casa deles. Lembro que tudo era muito minimalistico. Eu achava tudo muito espaçoso e simples, mas com extremo bom gosto, mas aos poucos me dei conta que não era apenas a casa. Era o estilo de vida deles.

O casal tinha apenas um carro. Na semana eles revezavam o transporte e muitas vezes ela ficava com o carro por causa da criança e o pai ia de bicicleta ou transporte publico pro trabalho, todo vestido de terno e gravata. Quando o dia estava agradável ele andava 40 min de volta pra casa. Eu sempre achei ela muito chic e estilosa e fiquei chocada quando vi seu closet e tinha umas poucas peças de roupa. Basicamente uma peça de cada. Tudo muito simples e básico. Mas pra mim ela sempre estava diferente e bonita. Então ela me explicou que fazia combinações, um dia usava uma camisa com jeans, no outro dia usava a camisa com uma saia e um scarf, no outro dia colocava uma jaqueta ou um colar mais ousado e assim ia brincando com o estilo sem se estressar. Eles só compravam comida pra semana? planejavam os menus semanal e tentavam comer tudo que tinha na geladeira antes de fazer compras de novo.

Eu os adorava como amigos, mas há alguns anos mudaram pra fora do pais por conta do trabalho dele e a nossa amizade se resume a alguns e-mails por ano e os updates do Facebook. E essa mulher rica, que tinha uma loja de roupas maravilhosas me ensinou uma lição muito importante: Quanto menos tivermos, podemos dar mais atenção às coisas que são realmente necessárias na sua vida. Que no caso para eles era viajar, curtir a filha, fazer programas de família e com os amigos.

A arte e a alegria de ter menos enquanto desfruta mais da vida pode ser resumida da seguinte forma.

Espaço Zen – Há beleza no espaço, mas deixamos de reconhecê-lo, porque não podemos ver através das coisas que possuímos. Quando abrimos espaço físico em nosso meio, uma enorme sensação de paz pode habitar dentro de nós. Este é o princípio por trás de casas em estilo japonês. A beleza em pequenos espaços é a valorização do minimalismo, onde menos é realmente mais. Precisamos entender que o espaço é para ser apreciado, não preenchido.

Conservar Energia – Ter menos pertences significa que têm menos posses para se preocupar. Certa vez conheci uma pessoa, que tinha tudo o que ela sempre sonhou. Ela tinha tantas coisas caras e tinha tanto medo de perdê-las. Grande parte de sua energia foi dedicada a proteger os seus bens.

Deixe livre o seu espaço – Quando somos lembrados de algo que possuímos, mas nunca usamos, podemos impor uma culpa auto imposta por deixá-lo sem uso. Por exemplo, eu cheguei a ter 60 pares de sapatos. Cada vez que abria meu closet eu me sentia culpada porque eu tinha sapatos que usei apenas uma vez na vida A minha culpa corroía meu espaço interno, meu espaço mental. O nosso mundo exterior é um reflexo do nosso mundo interior. Ao limpar e simplificar nosso espaço, o nosso espaço interior vai se abrir como uma flor.

Valorização –  a valorização é a semente para a abundância; abundância da mente e da alma. É incrível o quanto pouco nós realmente precisamos. Quando limpamos as nossas casas e nossas vidas e deixamos apenas o essencial, nós somos capazes de aproveitar melhor o que nós temos.

Nada externo a nós pode nos dar a felicidade permanente e verdadeira. Na verdade, temos tudo o que precisamos para sermos felizes de verdade dentro de nós.

A arte de ter menos e desfrutar mais de nossas vidas envolvem algumas mudanças simples em perspectiva. Em primeiro lugar, devemos entender quais os nossos verdadeiros valores e se concentrar neles. Então, temos de ter tempo para apreciar as coisas simples, diminuir o ritmo e ver o que está bem na nossa frente. Por isso segue abaixo o Manifesto para uma vida simples.

Manifesto para uma Vida Simples - Blog Ambiente Vistoriado copy

Como ter mais com menos?

A seguir, são sugestões e dicas para incorporar a mentalidade de ter menos na sua vida:

Faça uma coisa de cada vez - Evite multi-tasking. Quando nossa atenção é dividida entre vários pensamentos ao mesmo tempo, não podemos se destacar em nenhum deles. É melhor colocar todo o foco em uma tarefa antes de passar para outra. Eu aprendi isso da maneira mais difícil, pois apesar de me sentir produtiva, com multi-tasking, eu raramente sou. Sempre que possível, lembre-se de se concentrar no agora e mergulhe totalmente nas alegrias sutis deste momento. Tente fazer isso com as pessoas também. Não converse com alguém checando o celular constantemente ou olhando pra TV.

Desacelere – É muito fácil na velocidade do dia a dia não notar as pequenas coisas. Desacelerar é uma parte vital de simplificar sua vida e aproveitar o que você tem. Com foco, você pode obter as mesmas tarefas, porém feitas sem pressa. A chave para ser eficaz e produtivo é trabalhar estrategicamente, não cegamente. Entender por que você está fazendo e o que está fazendo.

Priorize o que é importante – Eu sei que é clichê, mas o único tempo que está garantido na nossa vida é esse momento. Pense nisso por um segundo. A vida é tão preciosa, não sabemos o que vai acontecer amanhã. E nós gastamos o nosso recurso mais valioso, o tempo, em coisas que não são importantes para nós. Na minha vida, isso significa que eu vou incluir o tempo na minha agenda para fazer o que eu realmente quero fazer. Já que o único tempo que temos é agora, certifique-se que você está usando o seu agora do jeito que você realmente quer.

Limpe a desordem – Limpar a desordem de sua casa e de sua vida é mais fácil dizer do que imagina. Muitas vezes somos emocionalmente ligados as nossas posses. Esta ligação vai além de nossa necessidade e temos dificuldade de abrir mão por conta da nostalgia. Quando estamos livres da desordem física, liberamos também a nossa mente.

Controlar seus gastos – Você já ouviu o ditado que diz que “As melhores coisas da vida são de graça.”? Passar o tempo com a família e amigos, sorrir, curtir as travessuras de um animal de estimação, passear num parque, vivenciar momentos íntimos e sinceros com um ente querido – essas coisas são preciosas, e livres. Dinheiro traz conforto, e não há absolutamente nada de errado em apreciar esse conforto. Mas é importante gastar dinheiro com as coisas que são importantes para você e deixar ir de gastar com as coisas que não agregam valor à sua vida. Quando não pensamos se as coisas que compramos são realmente essenciais nos esquecemos do porque estamos fazendo o que estamos fazendo, e os gastos se torna um hábito.

Aproveite o que você tem – Se você quer ter mais prazer em sua vida, aproveite o que você tem. Para viver a vida que você ama, você tem que amar a vida que você tem. Não temos de procurar além de nós mesmos, a fim de encontrar a felicidade. Nenhuma pessoa tem tudo o que quer; mas todos nós temos algumas coisas que vale a pena desfrutar. Assim, foque sobre as coisas que tem e aprenda a aprecia-las!

Seja Grata – Na sequência do ponto anterior. Tire um tempo para ser grato pelo que você já tem, por muito ou pouco que você possui. Contente-se com todos os pequenos presentes em sua vida, coisas como seu corpo, sua casa, seu bom estado de saúde, a cadeira que você está sentado, o computador que você tem, o respeito daqueles que você mais ama.

Pense Simples – Há tantos prazeres simples que nem sempre temos tempo para desfrutar. Você já tirou tempo ultimamente para estar ao ar livre e ver as nuvens? Quando foi a última vez que você se encolheu no sofá com um bom livro? Se você gosta de banhos, quando foi a última vez que você tomou um banho de espuma? Tire algum tempo para realmente se concentrar em algo simples – foque na sua respiração concentre-se em aproveitar as coisas simples que você faz todos os dias.

Vocês já conhecem a TAG ideias de final de semana? Lá você pode encontrar várias dicas.  Além disso, não deixe de ler o post Como Viver de Forma Simples. Lembre-se que podemos encontrar a felicidade nas pequenas coisas. Elas estão lá e quando procuramos vamos encontra-lá.

divisor

Quais são coisas simples que você gosta? Compartilhe comigo nos comentários. Gostaria muito de ouvir seus pensamentos e ideias sobre este assunto.

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