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Sou Emanuella Maria (Manu), uma romântica inconsolável que adora coisas vintage e viajar. Há 7 anos moro na capital americana, Washington DC e neste espaço divido um pouco da vida no estrangeiro e o que me inspira no dia-a-dia. Falo das coisas que faço, do que gosto e o que me faz feliz.

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03.04.2011

Em umas das minha viagens, eu passei cinco dias em Paris e fiquei hospedada na casa de uns amigos. Ele, um professor universitário, super intelectual-descolado e bem viajado. Ela, super branca-pálida, magérrima, tre`s chic, fumante e culta, o perfeito estereótipo da mulher francesa. Eles cozinharam para mim, saímos juntos, sentavámos nos cafés, conversavamos sobre ameninadades por horas, foi uma ótima viagem, mas a mulher me fascinava. Eu adorava obsevá-la, com sua taça de vinho, sempre bem vestida, com o cigarro do lado e o scarf esvoaçante.

É interessante que esse perfil da francesa, charmosa, sexy, com estilo e intelectual, descendente de Simone de Beauvoir, é o que mais exerce fascínio e admiração mundo afora. Existem vários livros por aí que falam dessa mulher francesa, e tentaram explorar esse estereótipo como um estilo de vida a ser adotado por mulheres de todas as gerações e nacionalidades. Um dos livros que li “ What French Women Know: About Love, Sex, and Other Matters of the Heart and Mind”, da Debra Ollivier, me chamou muito a atenção. No Brasil o livro chama-se: O Que as Mulheres Francesas Sabem – Sobre Sexo, Amor e Atração.

É sempre interessante lê como diferentes culturas vêem a vida.

Eu concordo com a autora que diz que as mulheres francesas sabem celebrar a beleza individual, sabem lidar com as diferenças entre homens e mulheres, abraçam suas próprias regras, não se importam com a falta de perfeição e gostam de reforçar a sua feminilidade. Ela comenta que as mulheres francesas não querem ser como todas as outras pessoas, elas querem se destacar, elas querem adicionar seus toques individuais em tudo. Elas não sentem a necessidade de serem boazinhas, amadas e que precisam viver sorrindo para todo mundo e precisam ser aceitas. Eu gosto disso! No livro ela compara a mulher americana com a mulher francesa, sem necessariamente dizer que as francesas são melhores, pois na verdade, são completamente diferentes.

O mais interessante na abordagem do livro é como às coisas e as atitudes são resumidas. O livro ajuda de um certo o modo, as pessoas que estão descontentes com o jeito que levam a vida, ou querem uma mudança de atitude em relação a vida, pois o livro pode dar novas idéias sobre como abordar as coisas ao nosso redor. Como ter uma vida mais charmosa e mais bohemica. É claro, que não devemos esquecer que “a mulher francesa típica não existe, assim como não existe a mulher americana típica, ou a japonesa, ou a italiana.” E se tudo está funcionando direito na sua vida e você esta feliz com a forma que você é e se conduz, não há necessidade de lê um livro para aprender sobre “O que as mulheres francesas sabem”. Mas é uma leitura bacana, eu recomendo.


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10 Comentários














10 Comentários em “O que as mulheres francesas sabem”

Ozaila Matos
03/04/2011 ás 16:40

Manu,

sou um pouco como as francesas, vivo meu estilo e me permito ser eu mesma em qualquer ocasião. Vou indicar essa leitura a uma amiga minha que precisa melhorar sua auto-estima. Beijos e excelente seu post!

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Sapatos
05/04/2011 ás 05:24

Achei o post super interessante. Acho que chega de agente tanto se preocupar com combinar sapatos com bolsa ou com roupa e querer apostar em ficar na moda negando nossos próprios gostos e opiniões! Está na hora de ser “mais mulher francesa”!

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Noivas
05/04/2011 ás 07:02

Acho que esse é um tema bom para a gente pensar se a gente está se guiando mesmo por nosso gosto pessoal e nossa forma de ser na vida ou se nos estamos deixando conformar ao que está na moda.
Como noiva também existe uma certa pressão para fazer casamento de um jeito ou de outro mas mais importante eu acho que é a gente fazer as coisas por nós mesmas.

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Camila F.
05/04/2011 ás 14:53

Manu, acho que isso tem muito a ver com a maneira com que as francesas são criadas, com a própria cultura de valorização do intelecto na França e com um monte de outras coisas que são particulares da vida no país. Não adianta a gente tentar “vestir uma fantasia” de francesa intelectual, tem que crescer já com essa mentalidade. Só nos resta admirá-las e, porque não, tentar viver um pouquinho mais como elas!

(Tentei acessar os seus links através do “Link love”, mas tá dando erro!)

Beijo querida! ♥

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Manu ♥ Reply:

Oi Camila,

Estou ajeitando a relação de links do blog e no final de semana vai ao ar
beijinhos

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Bebe
06/04/2011 ás 05:46

Achei a resenha do livro bem interessante, muito no estilo de mulher moderna e emancipada. acho que realmente o que define uma mulher não é tanto sua aparência mas sua postura e atitude na vida. Uma mulher que é mãe e se preocupa em vestir roupa confortável para procurar lojas bebe pode ser tão emancipada com qualquer mulher que corresponde ao estereotipo francês.

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Laura Bicas
06/04/2011 ás 11:22

Oi Manu, sou bem resolvida comigo mesmo e muita coisa aprendo em um livro sobre o estilo de vida da francesa, elas são realmente fascinantes. Dica de livro é sempre bom!
Vc sabe algum blog frances bom, escrito por franceses mesmo, para indicar?
Abraços e parabéns pelo blog

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Manu ♥ Reply:

Oi Laura,
O unico blog frances que eu conheco é o da Garance Dore http://www.garancedore.fr/ e o da Betty http://www.leblogdebetty.com/
beijao

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Jay Andrade Reply:

Tem o http://misspandora.fr também (:

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Jay Andrade
10/04/2011 ás 06:48

É incrivel como apenas de ler “mulher francesa” Jane e Charlotte Birkin vieram a minha cabeça.
Adoro esse individualismo da mulher francesa, é algo a se adotar. Eu acho que os franceses são a nação que melhor sabe viver a vida. (:

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