Sou Emanuella Maria, uma romântica inconsolável que adora coisas vintage e viajar. Há 6 anos moro na capital americana, Washington DC e neste espaço divido um pouco da vida no estrangeiro e o que me inspira no dia-a-dia. Falo das coisas que faço, do que gosto e o que me faz feliz.

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27.03.2013

seu presente interiorAlgumas pessoas dizem que não existe essa tal coisa de ato altruísta, que a qualquer momento podemos fazer algo para ajudar outra pessoa, mas temos que ter algo em troca, mesmo que seja apenas uma sensação aconchegante.

E agora que vem chegando a páscoa eu estou refletindo sobre isso. Principalmente depois desse final de semana que passou, quando meu namorado sofreu um acidente, deslocou um disco da coluna e ficou imobilizado numa cama por três dias.  Foram dias que eu fiquei de babá, o ajudando com coisas simples, como segurar um copo d’agua, ou escovar os dentes. Ele já está bem, mas depois desse final de semana intenso, percebi que estamos ainda mais próximos e ele ficou muito grato com minha disposição e paciência.

Realmente não me incomoda saber que posso me sentir bem ajudando alguém. Isso para mim é um tipo completamente aceitável de egoísmo. O que me dá motivo de preocupação são as expectativas subjacentes, muitas vezes temos quando damos algo “desinteressadamente”.

Acho que todo mundo já passou por isso. Você cobre o seu colega de trabalho, porque você sabe que vai precisar da ajuda dele no próximo mês. Você dá a sua irmã R$ 20, e então, silenciosamente procurar maneiras para ela poder pagar de volta, mesmo que não seja monetariamente. Você ajuda o seu amigo a começar um novo trabalho, e depois sente raiva quando ele não é tão pró-ativo em oferecer-lhe apoio quando você precisa.

Descobri que essas expectativas causam mais estresse do que alegria. Eles estragam o ato de dar, eles criam uma certa decepção se a pessoa que ajudou não retribuir a gentileza, e amarram as nossas intenções como se tivéssemos um cartão de pontuação interna, pois coloca um limite nos nossos relacionamentos.

Recentemente eu estive me perguntando, “O que é a expectativa?” Antes de eu fazer algo por outra pessoa. A resposta que eu acho mais aceitável, por mais brega que possa parecer é: se sentir bem e dar amor. Liberando expectativas não significa que você dá às outras pessoas permissão para nos trata de qualquer jeito. Significa apenas que você  precisa checar as suas motivações e dar porque você quer, e então pedir coisas diretamente quando você precisa delas. As pessoas que se preocupam com você vão estar lá para lhe dar de volta.

Estranhamente, quando eu libero a necessidade de controlar o que eu recebo por dar, eu recebo o suficiente de alguma forma inexplicável. Recebo em forma de gratidão como foi com meu namorado, recebo em forma de experiência, recebo por está engrandecendo minha alma, recebo porque que estou trazendo um sorriso pra uma pessoa, recebo uma sensação boa.

Eu criei uma lista para você se inspirar nessa páscoa de 10 coisas que você pode dar sem a necessariamente de ter algo em troca. Ou talvez você pode escrever a sua própria lista para estimular esse espirito de dar sem expectativas.

1-     Sorria para estranhos (sem esperar nada de retorno), você pode acabar mudando o dia de alguém e quem sabe até o seu.

2-     Deixe que alguém conte a história dele sem sentir a necessidade de interropê-lo ou de contar a sua própria.

3-     Pergunte: “como eu posso te ajudar hoje?” E deixe acontecer sem pensar muito.

4-     Ligue pra aquele amigo ou familiar que você não fala há séculos, diga que você só lembrou dele hoje e que ligou pra dizer bom dia. Isso faz tanta diferença  sabia?

5-     Segure na mão de alguém quando ele se sentir vulnerável, pra deixar claro que você está ali pra apoia-lo e não para julgá-lo.

6-     Mude seus planos por alguém que você ama.

7-     Deixe comentários verdadeiros no blog de alguém, pra demostrar como o post, blog, ou as coisas que aconteceram no seu dia pode ter lhe afetado.

8-     Fale pra alguém que você acredita no potencial dele e que tudo é possível.

9-     Abrace forte as pessoas que você ama e que estão ao seu redor. Tão bom receber um abraço verdadeiro e sem motivo.

10-  Essa vou deixar em aberto pra você escrever.


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20.03.2013

letterQuerido leitor,

Eu sei que você tem um sonho secreto, algo maior, mais ousado e mais precioso, do que você tem agora na sua vida agora.

Eu sei que talvez aceitar esse sonho, signifique fazer uma grande mudança – mudar, terminar um relacionamento, fazer uma viagem, abandonar um trabalho, ou até mesmo um êxodo do seu círculo social. Talvez isso signifique permitir que sua alma criativa – o escritor, pintor, cozinheiro, fotógrafo, professor, o músico – floresça, para compartilhar sua visão sobre o mundo com aqueles desesperados por uma fatia de beleza. Talvez isso signifique aceitar a si mesmo, perdoar a si mesmo, amar a si mesmo, em condição tão incondicional que a ideia lhe assusta antes mesmo de começar.

Bem que eu queria lhe prometer que tudo será fácil e que todos vão lhe dar apoio e ficar do seu lado. Que suas escolhas não vão machucar ninguém e você terá sucesso.  Eu realmente gostaria de lhe prometer tudo isso, mas não posso. Isso é vida. E na vida as mudanças não são fáceis.

Mas as mudanças engrandecem a alma, e nos fazem lembrar que tudo é possível. É muito fácil pensar que tudo que está preso vai ser para sempre. Mas quando você vê as coisas mudando é o incentivo de saber que nada permanece do mesmo jeito para sempre.

Então do que você está com medo?

Todo mundo tem medo. O momento da escolha é quando você deixa seu medo de lado. Não deixe o medo te paralisar. Ele é normal e faz parte do aprendizado. Não tenha medo dos obstáculos que vão aparecer, mas lembre-se que se você tiver coragem suficiente vai ultrapassá-los.

Lembre-se que estou do seu lado. E claro, boa sorte!

Manu

 


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12.03.2013

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Ilustração de EvgenyAverin

Recentemente foi o Valentine’s day aqui nos Estados Unidos e várias amigas estavam meio deprê por que estão sozinhas. Conversando com uma das minhas BFF sobre isso, eu mandei o link Como gostar de estar sozinho para passar uma motivação. E depois de  ler o texto e assistir o vídeo, ela resolveu sair num date com ela mesma e teve um dia excelente.

Fazer as coisas pra si mesmo pode ser intimidante, e dependendo da atitude, pode ser muitas vezes solitária. Mas, com o estado de espírito certo, fazer coisas sozinho, pode ser um desafio e também muito libertador. Independentemente do tipo de pessoa que você é – social ou anti-social, popular ou um chá de cadeira, e todas as diversas variações, tentar fazer coisas para si mesmo, lhe permite se auto-conhecer.

Por isso eu selecionei uma lista de coisas que acho que você deve tentar sozinho:

Ir a um bar

Para algumas pessoas, ir a um bar sozinha é uma versão do inferno, mas eu prometo a você que não é tão ruim quanto você pensa que é. Ir a um bar sozinha é uma boa maneira de sair da sua zona de conforto e você provavelmente vai aprender que nem sempre as pessoas são chatas. Você também vai provavelmente encontrar algumas pessoas que também tiveram a coragem de sair sozinho. Dica: Sorriso e dizer oi. E se isso não funcionar, bem, os bartenders são algumas das melhores pessoas que eu conheço.

Cozinhar uma refeição extravagante

Se você mora sozinho como eu, ou sua família esta viajando e você ficou só em casa, geralmente quando decide dar uma de cozinheira, a maioria das refeições provavelmente não levará mais 30 minutos pra ficar pronta. Muitas vezes é só dar uma esquentadinha, descongelar e tá pronto a gororoba, porque você não tem ninguém para impressionar. Mas não há nada mais gratificante do que tirar seu tempo  para fazer um jantar espetacular pra você mesma (se possível com direito a entradinha e sobremesa). De vez em quando se paparicar é muito bom. Eu gosto de pegar alguma receita que nunca tentei antes, separo cuidadosamente a lista de compras e já começo a curtir o dia fazendo as compras no supermercado. Antes de cozinhar tomo um banho gostoso, já acendo umas velas, coloco a minha playlist favorita e tento abstrair do stress e dos pensamentos chatos do dia. Cozinhar pode ser uma terapia gostosa, além do mais, você está treinando pra quando for cozinhar pros amigos, pra família ou pro amor.

Ir ao cinema

Essa é o tipo de atividade que pode provocar uma certa ansiedade nas pessoas. Mas é tranquilo gente. Eu adoro ir ao cinema em geral. Acho que tento ir uma vez por semana, seja com amigos, com o love ou sozinha. Sai do trabalho, pego minha pipoca e me divirto horrores.  Minha dica: tente uma vez ir ao cinema sozinha, e então tente novamente, você vai aprender a apreciá-lo.

Sair para uma longa caminhada

Eu moro perto de um parque onde tem os monumentos aqui em Washington, DC. E uma dos meus programas favoritos quando começa a esquentar é dar uma volta sozinha no parque. Eu nem preciso dos meus fones de ouvido, só gosto de andar, observar as pessoas e aproveitar a vida. A paz de espírito que você tem ao sair pra uma caminhada sozinha é excelente para o corpo, para a mente e o espírito. Você realmente vai apreciar o mundo ao seu redor, e vai viver o momento.

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Fazer compras

Sinceramente eu prefiro fazer compras sozinha. Não entendo esse povo que precisa sempre de alguém do lado, até quando vai comprar calcinhas. Fazer compras deveria ser uma experiência relaxante. Você começa ao decidir quanto tempo vai está fora de casa (se vai ser duas horas, a tarde, o dia todo) , e que lojas quer visitar, além de poder experimentar quantas roupas você desejar, sem se preocupar se está atrasando a outra pessoa.

Ver um show ao vivo

Eu gosto de ir pra shows acompanhada, mas nem sempre as pessoas tem a mesma disponibilidade pra me acompanhar para todos os shows que eu quero. Até porque eu moro do lado do meu club favorito e praticamente todo dia tem show por lá. Então comecei a ir com mais frequência sozinha. E notei que quando estou vendo um show ao vivo, provavelmente vou estar ao redor de pessoas que compartilham alguns dos meus interesses e por isso estar num show sozinha é uma maneira muito fácil de conhecer novas pessoas. E olha, o show pode ser tão bom que você nem mesmo vai perceber que está sozinho.

Viajar

Eu adoro viajar sozinha. Algumas pessoas estranham. Sozinha??? Sim amiga, sozinha da silva. Já fiz isso três vezes (excetuando as viagens a trabalho, claro). A primeira foi quando eu tinha uns 25 anos. Foi a segunda vez que saí do Brasil, eu e minha mochila. Passei três meses na Europa e me valeu por 20 anos de terapia. Foi muito interessante porque foi uma viagem dupla: pra fora e pra dentro. É muito bom sair da sua terra, onde você domina todos os códigos, e enfrentar a vida sem muita grana, sem saber direito como proceder em determinadas situações, e assim, aos poucos, descobrir a si mesmo, seus medos e sua coragem. Sim há três anos fui a Barcelona sozinha, e foi ótima a viagem. Viajar acompanhada é bom, muito bom, mas depende da companhia também. Eu sou muito independente, gosto de andar, andar, me perder, falar com as pessoas na rua, sentar nas praças, dar comida pros animais (é eu sei que não é permitido), gosto de comer bagulho, tirar fotos. Pra mim só tem o lado bom de viajar sozinha, você entra num museu e fica o tempo que quiser. Não precisa negociar nada. Tem todo o tempo do mundo. Quer pegar um metrô e ir para o outro lado da cidade? Ninguém te impede, ninguém te apressa, ninguém te julga. É o suprasumo da liberdade. Pois se a pessoa não tem teu rítmo a viagem fica muito chata. Estar só também é estar bem acompanhada.


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13.02.2013

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Esse post merece uma trilha sonora, então leia escutando Keane. “everybody’s changing”

Existe uma lenda que diz que as pessoas tem uma vida melhor quando elas ficam mais velhas. Mas será verdade? Quando somos crianças reconhecemos uma mentira quando a ouvimos. Então quando ficamos mais velhos estamos constantemente em torno de mentirosos. Pessoas que mentem sobre o que as deixam felizes. Mentem sobre o que elas querem. Mentem sobre a forma como elas se sentem. Mente sobre quem elas são. Mentem sobre quem elas amam. É engraçado que quando somos crianças conseguimos ver essas pessoas e ficamos longe delas. Então, você fica mais velho e se torna uma dessas pessoas.

Você se tornou tão comprometido e corrompido que você não sabe mais quem é você. Você se torna o que o mundo diz que uma pessoa deveria ser. Você está ao redor de outras pessoas que são assim também e essas pessoas precisam de você para ser como eles são, pra que elas se sintam seguras, se sintam normais. Todo mundo é corrupto. E você está em igualdade nas condições de desonestidade. É verdade, não é?

Mas nem tudo está perdido e há um caminho através disso tudo. Há pessoas que ainda são fiéis a si mesmas. Ou talvez elas foram honestas quando criança, perderam a ingenuidade e agora estão lutando para obtê-la de volta. Para voltar ao que elas eram antes e tentar viver honestamente com elas mesmas, com os sentimentos e o mundo ao redor. E isso é uma luta constante. Pra mim também é uma luta constante. Eu estou lutando para ter tudo na minha vida que eu quero. E não ter nada que eu não quero. Para dizer sim quando realmente quero dizer sim. Para dizer não, mas sem ser da boca pra fora.

Essa é a guerra que lutamos todos os dias. O mundo quer fazer você corrupto. O mundo quer fazer você acreditar que você pode encontrar a felicidade em um trabalho que você não gosta. O mundo quer que você acredite que você precisa de alguém em sua vida para que você não se sinta solitário, mesmo que essa pessoa seja a pessoa errada. Mesmo que essa pessoa não te ame inteiramente ou não quer você ou não gosta de você. Ou não gosta das coisas que você quer fazer ou quem você é, ou coisas que fazem você ser quem voce é. Porque disseram que é melhor estar com alguém do está sozinho. Mesmo se esse alguém seja a pessoa errada. Então, passamos a vida indo de pessoa errada para pessoa errada.

Uns dias atrás um conhecido meu morreu. Ele tinha 33 anos. Eu vou fazer 33 anos esse ano. Ele era músico, era artista, era lindo, era feliz e tinha muitos planos. Há menos de um més atrás teve aquele incidente em Santa Maria. Muito triste eu sei. E todos esses acontecimentos me fazem refletir no inevitável. Um dia eu vou morrer. Você também vai. E infelizmente isso pode acontecer em qualquer momento. Hoje. Amanhã. Daqui uns anos. É como diz Paul Bowles: “Nós pensamos que tudo é tão ilimitado. Não é sem limites meu amigo. Sua vida não é infinita. Sua vida é para ser vivida. E é pra viver exatamente do jeito que você quer viver. Conseguir as coisas que você deseja. Ir atrás”.

Alguns de nós somos mais afortunados do que outros porque podemos fazer nossas próprias escolhas. Nem todo mundo tem essa sorte. Nem todo mundo tem a liberdade de fazer o que queremos. Mas você é um sortudo, voce é livre, e a sua responsabilidade para com o resto do mundo é viver da melhor maneira possível que você puder. Por isso lembre-se “se não agora, quando?”

 

Photo by spacebarn


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11.01.2013

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Apesar do “Valentine’s day” está chegando, este não é um post sobre romance. É post sobre relacionamentos em geral. Pode ser relacionamento com o seu irmão, sua mãe, seu colega de trabalho, seu amigo, marido, filho…

Bem, eu admito que eu não sou uma especialista na área e eu já cometi um milhão de erros nos meus relacionamentos. Eu já esperei muito do outro. Ou não pedi que eu precisava com medo de sacudir as coisas. Eu me senti competitiva demais com a outra pessoa. Eu fiquei insegura e deixei minhas frustações falar mais alto. Eu fui dependente. Mas eu também gosto de pensar que o que me redimi de todos esses erros porque também fui honesta comigo e com os outros.

Ser autoconsciente, em minha opinião, é muito mais valioso do que ser perfeito, principalmente porque o primeiro é atingível e útil, enquanto o último não é.

Relacionamentos não são fáceis. Eles espelham tudo o que sentimos sobre nós mesmos. Quando você teve um dia ruim, as pessoas ao seu redor parecem difíceis, chatas. Quando você não está feliz com você mesmo, seus relacionamentos parecem desinteressantes ou que está faltando algo.

Nós não vivemos em um vácuo. Temos pensamentos e sentimentos que podem ser confusos, mas quando eu aplico essas ideias na minha vida, sinto-me mais confiante, forte, solidária e pacífica nas minhas interações com os outros. Espero que essas dicas possam fazer o mesmo por você.

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1. Faça o que você precisa fazer para você.

Todo mundo tem necessidades pessoais, seja ir para a academia depois do trabalho ou ficar algum tempo sozinho nos sábado pela manhã. Se alguém lhe pedir para fazer alguma coisa, mas o seu instinto diz que você tem que honrar suas próprias necessidades, faça isso. Diga não aos outros de vez em quando. Eu não estou dizendo que você não pode fazer sacrifícios às vezes, mas é importante criar o hábito de cuidar de si mesmo. Uma vez tive uma roommate que era muito boazinha, tudo que os outros queriam ela fazia. Sempre estava disponível. Mas um dia ela explodiu. Literalmente se zangou com algo simples e caiu numa crise de choro e jogando tudo o que fazia na cara dos outros, como precisasse de uma compensação. Na verdade ela estava sempre cedendo e nunca estava vendo as necessidades dela.

Alguém uma vez me disse que as pessoas são como copos de água. Se não fizermos o que temos que fazer para manter o nosso copo cheio, vamos precisar tirá-lo de outra pessoa, que vai deixa-lo pela metade. Preencha o seu próprio copo para que você possa se ​​sentir inteira e completa em seus relacionamentos.

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2. Acredite nas pessoas.

É muito tentador duvidar das pessoas e assumir coisas negativas. Tipo que o seu namorado quer fazer algo errado por que não te convidou pra sair junto com ele e os amigos dele, ou que a sua amiga quis fazer você se sentir inadequada por ostentar dinheiro e comprando coisas caras, ou que a sua companheira do trabalho só quer se amostrar pro chefe e lhe rebaixar. Pensar negativo é fácil, mas lembre-se que as pessoas que se preocupam com você querem que você se sinta feliz, mesmo que às vezes elas estão muito envolvidas em seus próprios problemas para mostrar isso.

Claro que às vezes as pessoas podem ser prejudiciais, não vamos fingir que todos nós somos anjos. Mas isso não é normal. A probabilidade é que uma pessoa que fez algo negativo pra você, vai se sentir mal e pedir desculpas depois.

Se você deseja obter a boa vontade dos outros, compartilha isso e tente ver o melhor nas pessoas que ama. Quando assumimos o melhor, muitas vezes inspiramos o outro.

3. Veja se o problema não está em você

Quando você está infeliz com você mesma, é fácil encontrar algo de errado em um relacionamento. Se você culpa outra pessoa para o que você está sentindo, geralmente você acha que solução está com o outro. Mas na verdade, esse pensamento não tem lógica. Pois para começar, pensar assim nos dar todo o controle da situação. E em segundo lugar, não vai resolver no problema, desde que você não está tratando solucionar a causa raiz.

Da próxima vez que sentir a necessidade de culpar alguém por seus sentimentos, algo que fizeram ou que deveriam ter feito se pergunte se há algo mais acontecendo. Talvez você encontre algo por trás que você fez ou deveria ter feito para você mesma.

Muitas vezes, assumir a responsabilidade de um problema pode criar uma solução.

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4. Mantenha limites.

Quando as pessoas se aproximam, as fronteiras podem ficar um pouco conturbadas. Em um relacionamento sem limites, você deixa a outra pessoa manipulá-lo e fazer coisas que não você não quer fazer. Você age por causa da culpa, em vez de honrar suas necessidades. Você deixa alguém te ofender sem dizer como você se sente sobre isso. A melhor maneira de garantir que as pessoas tratem você como você gostaria de ser tratado é ensinando.

Isso significa que você tem que amar e respeitar a si mesmo o suficiente para fazer isso: para reconhecer o que você precisa, e falar.

A única maneira de realmente ter amor, relacionamentos pacíficos é começar um relacionamento amoroso e pacífico com você mesmo.

5. Pense antes de agir com emoção.

Este é o mais difícil para mim. Assim que me sinto magoada, frustrada, ou com raiva, eu quero fazer algo com esse sentimento negativo, que é sempre uma péssima ideia. Com o tempo eu percebi que a minha reação emocional inicial nem sempre reflete a forma como eu realmente me sinto sobre algo. Inicialmente, eu posso sentir medo ou raiva, mas uma vez que me acalmo e penso bem sobre as coisas, muitas vezes eu percebo que exagerei e que podia ter agido diferente. E acabo magoando outras pessoas sem necessidade.

Quando você sentir uma emoção forte, tente se isolar e sentar-se por um tempo. Não use essa emoção contra algo ou alguém e nem tente fugir dela, mas apenas sinta. Quando você aprende a observar os seus sentimentos antes de agir sobre eles, você minimiza a negatividade que você cria de duas maneiras: você processa, analisa e lida com sentimentos antes de atingir outra pessoa, e você se comunica de uma forma que inspira o outro a ficar aberto e escutar você em vez de se desligar e se afastar. Além disso, você se dar a chance de crescer e amadurecer emocionalmente.

fotos via studded hearts


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