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Sou Emanuella Maria (Manu), uma romântica inconsolável que adora coisas vintage e viajar. Há 7 anos moro na capital americana, Washington DC e neste espaço divido um pouco da vida no estrangeiro e o que me inspira no dia-a-dia. Falo das coisas que faço, do que gosto e o que me faz feliz.

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03.02.2012

Eu comprei um livro de decoração.“Undecorate: The No-Rules Approach to Interior Design”, e estou adorando. Pouca gente sabe que tenho essa queda por decoração. Acho que não saberia decorar a casa de outra pessoa, porque considero isso algo muito pessoal, mas respeito demais o trabalho de arquitetos e decoradores. Meu ap foi decorado por mim mesma, porque não abro mão de fazer as coisas do meu jeito, mas esses profissionais dão toques originais e ajudam a gente a dar cara nova ao básico. Quando estou de bobeira em casa eu gosto de visitar sites de decor e no meu computador tem uma pasta pra salvar as fotos que me inspiram. Pra quem gosta de decor, também tem uma aplicação otima pro iPhone ou iPad chamada Houzz, tô viciada nessa app.

Fico boba quando entro numa casa sem graça, sem vida, sem alma. Eu gosto de mesclar coisas vintages com toques modernos, recentemente comprei uma credenza dos anos 50’s que estou em “love”. Todo mundo que vem na minha casa comenta da peça, que é de madeira escura de excelente qualidade. Antigamente as coisas eram feitas pra durar, hoje em dia você compra um móvel do ikea e só dura 3 primaveras e já é hora de trocar. Uma tristeza só.

Tenho uma amiga dura pra caramba, que mora numa casinha linda onde tudo lá foi decorado com a ”sobra” da casa dos outros, com re-aproveitamento de materiais, com invenções da cabeça dela, e é dos lugares mais simpáticos e com personalidade que conheço, me sinto bem demais quando a visito, é um lugar com graça e movimento!
Um parede colorida muda tudo né? Na minha opnião a casa da gente tem que ter cor, humor, alegria, flores, música, simpatia, objetos pessoais trazidos de viagem ou comprados em feirinhas, tem que ter um estilo próprio, um jeito de lugar “vivido”, habitado. Não entendo quem não dá valor para o lugar onde passa a maior parte do seu tempo. Tem tanto apartamentão por aí que é sóbrio, triste, sem nenhum objeto colorido ou espontâneo… Não gosto de lugares austeros, que rejeitam o prazer.

Acho que a casa da gente tem que ter um toque divertido. Adoro meu ap, qualquer dia desse eu mostro aqui pra vocês. Mudei em junho do ano passado e ainda faltam algumas coisas, mas já estou louca pra dar uma incrementada, quero pintar a parede da sala, mas meu marido é um chato na hora de escolher as cores. Também quero trocar a sala de jantar, vou mandar ampliar umas fotos, botar ainda mais plantas por todo lado…

E você gosta do lugar onde mora? Tem que gostar né!!


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25.06.2011

Resolvi dividir com vocês o meu segredo da felicidade… Música! Ahhh gente, tem coisa melhor do que música para levantar o astral??? Quando estou super deprê, sempre escolho as músicas mais alegrinhas pra tocar, e sempre ajuda muito. Vou dividir com vocês algumas músicas que tocam direto no meu ipod e sempre que eu escuto me faz abrir um sorriso enorme e quero sair dançando na rua.

Duffy – mercy

Edward Sharpe & The Magnetic Zeros – Home

Dragonette – I get Around video

Yael Naim – New Soul

The Bird and the Bee – Man

Florence And The Machine – Dog Days Are Over

Tegan and Sara – Walking With A Ghost

Perceberam que eu adoro vocal feminino né?! =)


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08.06.2011

Se você tivesse uma máquina do tempo, pra que época da história você voltaria? Eu adoraria visitar os anos 20s. Ou melhor, Paris nos 20s. O glamour daquela época, a moda, os artistas, as festas, Coco Chanel, o Jazz, a época do Picasso, Marcel Duchamp, Hermann Hesse, Ernest Hemingway, Virginia Woolf, Franz Kafka… ahhh são tantas coisas boas naquele período.

Bem, no novo filme do Woody Allen, Meia Noite em Paris (“Midnight in Paris”), não tem uma máquina do tempo, mas tem um herói (Owen Wilson), que é um sonhador visitando Paris, que também ama os anos 20s e que se transporta para diferentes períodos do tempo.

“Midnight in Paris ” vem com a briga entre realidade versus ilusão, um contraste que prevalece em vários filmes do Woody Allen, que vem sempre interagindo com o presente e o passado. No filme, ele mostra como o passado, não importa quão idealizado e glamourizado que seja, pode alterar de forma mágica, transformadora e imprevisível o presente, mudando o processo de ambições, identidades e relações…  Mas o filme caminha numa linha tênue entre nostalgia e puro sentimentalismo. Mas não se preocupe, é um filme do Woody Allen, você não vai ficar entediado.

O filme é simples, sincero (na medida que um filme pode ser sincero) e meio que lembra um conto de fadas moderno onde você se dá a oportunidade de fazer um pedido pra fada madrinha e espera que esse pedido vai virar realidade.

Acredito “Midnight in Paris“, é um melhores e mais agradáveis trabalho do Woody Allen dos nos últimos anos e é um excelente “amuse-bouche” para começar uma noite perfeita. Vá assistir com o amor, ou com os amigos, va assistir sozinho. Vale a pena!

O filme já estreou nos Estados Unidos e já já vai estrear no Brasil, fiquem atentos. Segue  o trailler


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03.04.2011

Em umas das minha viagens, eu passei cinco dias em Paris e fiquei hospedada na casa de uns amigos. Ele, um professor universitário, super intelectual-descolado e bem viajado. Ela, super branca-pálida, magérrima, tre`s chic, fumante e culta, o perfeito estereótipo da mulher francesa. Eles cozinharam para mim, saímos juntos, sentavámos nos cafés, conversavamos sobre ameninadades por horas, foi uma ótima viagem, mas a mulher me fascinava. Eu adorava obsevá-la, com sua taça de vinho, sempre bem vestida, com o cigarro do lado e o scarf esvoaçante.

É interessante que esse perfil da francesa, charmosa, sexy, com estilo e intelectual, descendente de Simone de Beauvoir, é o que mais exerce fascínio e admiração mundo afora. Existem vários livros por aí que falam dessa mulher francesa, e tentaram explorar esse estereótipo como um estilo de vida a ser adotado por mulheres de todas as gerações e nacionalidades. Um dos livros que li “ What French Women Know: About Love, Sex, and Other Matters of the Heart and Mind”, da Debra Ollivier, me chamou muito a atenção. No Brasil o livro chama-se: O Que as Mulheres Francesas Sabem – Sobre Sexo, Amor e Atração.

É sempre interessante lê como diferentes culturas vêem a vida.

Eu concordo com a autora que diz que as mulheres francesas sabem celebrar a beleza individual, sabem lidar com as diferenças entre homens e mulheres, abraçam suas próprias regras, não se importam com a falta de perfeição e gostam de reforçar a sua feminilidade. Ela comenta que as mulheres francesas não querem ser como todas as outras pessoas, elas querem se destacar, elas querem adicionar seus toques individuais em tudo. Elas não sentem a necessidade de serem boazinhas, amadas e que precisam viver sorrindo para todo mundo e precisam ser aceitas. Eu gosto disso! No livro ela compara a mulher americana com a mulher francesa, sem necessariamente dizer que as francesas são melhores, pois na verdade, são completamente diferentes.

O mais interessante na abordagem do livro é como às coisas e as atitudes são resumidas. O livro ajuda de um certo o modo, as pessoas que estão descontentes com o jeito que levam a vida, ou querem uma mudança de atitude em relação a vida, pois o livro pode dar novas idéias sobre como abordar as coisas ao nosso redor. Como ter uma vida mais charmosa e mais bohemica. É claro, que não devemos esquecer que “a mulher francesa típica não existe, assim como não existe a mulher americana típica, ou a japonesa, ou a italiana.” E se tudo está funcionando direito na sua vida e você esta feliz com a forma que você é e se conduz, não há necessidade de lê um livro para aprender sobre “O que as mulheres francesas sabem”. Mas é uma leitura bacana, eu recomendo.


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06.03.2011

Eu já tive meu tempo de foliã, a época do mela-mela lá no Aracati, do baile a fantasia do colégio, ou mesmo o frevo até de madrugada pelas ruas de Olinda. Mas nos últimos anos, antes de mudar definitivamente de país, eu já tinha passado para o festival de jazz em Guaramiranga e passava essa semana de férias ouvindo boa música e curtindo o friozinho da serra, era meio que um retiro. Hoje em dia essa data não me apetece mais e ás vezes até esqueço que é carnaval, e só lembro quando abro o jornal e vejo alguma foto de mulher pelada, semi-pelada ou alguma coisa rápida na TV. E que nem o Arnaldo Jabor disse, “aqui para os americanos somos um povo esquisito, tudo nu, pulando como malucos, para espanto risonho do mundo “civilizado”.

Mas enfim eu não sou a favor e nem contra, carnaval é mesmo uma grande festa e há diversão para todo gosto e bolso. Mas  parar o país inteiro uma semana para viver uma utopia as vezes é um pouco demais e também eu acho que essa festa perdeu muito a essência. Principalmente porque em muitas partes o carnaval deixou de ser dos foliões, para ser um espetáculo para os outros; o carnaval deixou de ser vivido para ser olhado.

Passeando pela net encontrei esse vídeo da jornalista Rachel Sheherazade da Paraíba fazendo uma crítica ao carnaval e se perguntando: “Até onde o carnaval é benéfico à sociedade?”. É interessante, é polêmico. Vejam e dê sua opinião.

Arnaldo Jabor que se cuide!

Link do blog da jornalista http://rachelsheherazade.blogspot.com/


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