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Sou Emanuella Maria (Manu), uma romântica inconsolável que adora coisas vintage e viajar. Há 7 anos moro na capital americana, Washington DC e neste espaço divido um pouco da vida no estrangeiro e o que me inspira no dia-a-dia. Falo das coisas que faço, do que gosto e o que me faz feliz.

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16.09.2014

RECOMEÇAR

“Bendito quem inventou o belo truque do calendário, pois o bom da segunda-feira, do dia 1º do mês e de cada ano novo é que nos dão a impressão de que a vida não continua, mas apenas recomeça”. – Mario Quintana

Cresci ouvindo do meu pai dizendo “que conhecimento é a única coisa que ninguém tira da gente”. Quando eu estava no colegial, decorando as tabelas de químicas ou fazendo uma equação de matemática era difícil entender isso. Mas sempre gostei de ler e escrever. A biblioteca era meu cantinho preferido e no segundo grau, por dois anos, fui editora do jornal do colégio Marista de Fortaleza.

Mas às vezes a gente se perde no caminho, porém todo mundo tem o direito de errar, de dar um passo em falso na vida. Antes mesmo de encontrar meu caminho na área de comunicação, me perdi por alguns anos estudando Turismo. Mas a culpa nem sempre é nossa, a culpa é da imaturidade, da falta de opção ou mesmo da pressão dos outros. Eu saí do colegial e entrei no curso de Turismo e até trabalhei no campo. Passei pela área de eventos e agência de viagens. As melhores lembranças dessa época vinheram dos amigos que eu fiz, mas o turismo não era pra mim e faltando pouco para me formar deixei de lado o curso e entrei de cabeça na comunicação.

Quando entrei no curso de jornalismo, descobri o universo das coisas que eu amava. Pude me aprofundar nas disciplinas que eu era boa, como Português e História e depois fui afunilando meu caminho até sair com um diploma de jornalista depois de 4 anos e meio de curso. E fui explorando as oportunidades na minha área. Estagiei no jornal, depois fui para um canal de Televisão onde fazia plantão nos finais de semana, trabalhei na assessoria de imprensa do centro cultural do meu Estado e mais pra frente, fui relações públicas do maior complexo turístico do estado. Fui surfando de onda em onda até achar minha praia.

Hoje eu sei que sou boa escrevendo, sou melhor ainda com pessoas e que adoro criar e inovar com ideias. E usei minhas habilidades ao meu favor quando mudei pra DC. Um bico aqui como editora de uma revista local, um bico acolá escrevendo artigos online, um contato em um evento, uma leitura mais aprofundada e resolvi fazer um mestrado em Relações Internacionais.

Mas algumas pessoas me perguntavam, mas porque você não faz algo na área de jornalismo, quem sabe comunicação digital ou algo mais específico? E eu sempre respondia que queria abrir meus horizontes, saber o que estava acontecendo em outros campos e conhecer outras coisas. Já estudei jornalismo e já trabalho na área há mais de 5 anos, não queria afunilar ainda mais minhas oportunidades, queria ampliá-las.

E assim comecei meu mestrado em Relações Internacionais numa das universidades mais prestigiosas dos Estados Unidos. No mestrado, aprendi mais sobre a América Latina, estudei historia, política e economia internacional. Participei de eventos onde tive a oportunidade de interagir com diplomatas, ministros e até presidentes. Fui morar no Equador fazendo pesquisa para a universidade, aprendi espanhol e expandi meu leque de conhecimento.

E hoje em dia, tudo foi se encaixando, trabalho numa Organização Internacional que tem muitos projetos na América Latina e aplico meus conhecimentos na área que aprendi nos meus quase 27 anos estudando e nos meus 10 anos de experiência. Posso afirmar que sou feliz na minha carreira e tenho um know-how que me fez conquistar muitas coisas. Mas agorame pergunto se devo parar por aqui e deixar as coisas do jeito que estão?

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Estava me questionando recentemente para onde quero ir. O que seria o próximo passo na minha vida e carreira. Venho participando de vários eventos de auto conhecimento e lendo mais livros nessa área. E finalmente cheguei a conclusão que quero recomeçar.

Recentemente resolvi investir minhas cartas e me especializar numa área que eu aprendi a gostar por causa do blog e por causa de vocês. É isso mesmo. Quase 5 anos de blog, me ajudou a descobrir a minha missão nesse mundo. Descobri que minha paixão é ensinar as pessoas a amarem elas mesmas, ajudar a descobrir uma vida mais encantadora e  a seguirem o caminho que elas amam. E nesse momento estou fazendo um curso de especialização na área de couching.

A vida é feita de caminhos e escolhas e a gente só para quando precisa dar um novo passo, seja ela qual for. Só você pode escolher o que vai levar dessa jornada, no meu caso é o conhecimento e não tenho medo de recomeçar, recomeçar e recomeçar sempre que for preciso.

E sei que tem muita gente que ler o blog que também está recomeçando ou pensando em recomeçar. Essa é a lição que levo hoje: nunca é tarde!!

Fique a vontade pra dividir nos comentários como anda a sua jornada de descobertas.

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O blog vai trazer muitas novidades e mudanças em breve. Por isso se você gostaria de acompanhar essas mudanças e inspirar ainda mais a sua vida não deixe de se inscrever para receber as minhas atualizações inéditas por e-mail.  CLIQUE AQUI para se cadastrar na lista. E para quem tem email cadastrado, certifique-se que os emails do blog não estão indo para sua caixa de spam. Para evitar que isso aconteça é só adicionar meu email manu@ambientevistoriado.com nos seus contatos.

 


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15.09.2014

Essa semana postei um questionário do blog pra conhecer minhas leitoras e também poder direcionar melhor os posts do Ambiente Vistoriado. Pra minha surpresa, em menos de 5 dias, mais de 200 pessoas responderam o questionário e cada vez que leio as respostas, um sorriso enorme se abre. É muita gentileza minha gente.

Bem, no meio de tantas perguntas, deixei um espaço pra que você possa me fazer uma pergunta sobre qualquer coisa que tenha curiosidade. Pra algumas pessoas respondi por email e pra outras vou responder em um post, pois acredito outras pessoas tem a mesma dúvida ou curiosidade.  A partir de hoje, vou postar toda segunda-feira, no Manu Responde.

Quando mudei para os Estados Unidos não foi fácil, principalmente porque minha família não me apoiou completamente. Eu tinha uma situação estável no Brasil, um emprego que pagava bem, já morava sozinha e isso me dava um status de independência. Mas mesmo assim, eu não estava feliz e queria uma mudança na minha vida. Então pedi demissão no trabalho, apliquei para um visto de estudante e mudei pra cá com com a cara e a coragem sem saber direito o que estava fazendo.

Quando mudei para os Washington DC também não foi fácil, meu inglês não era muito bom, eu tinha vergonha de falar e com isso me limitava para fazer novas amizades. Além disso eu sentia uma saudade enorme dos meus amigos e da minha família no Brasil e muitas vezes me sentia sozinha. Fora que a grana era curta, pois tinha que pagar escola, aluguel, comida, e o dinheiro que tinha juntando no Brasil era limitado. Mas dentro de mim, mesmo com todos esses ajustes, eu sabia que estava fazendo a coisa certa.

Então resolvi me dedicar ao inglês, estudava 5 horas por dia numa escola intensiva e me forcei a falar mais com estranhos e perder a timidez. Além disso, ouvia rádio e assistia filmes em inglês legendados em inglês.

Eu já fiz um vídeo falando dos altos e baixos de morar nos Estados Unidos. Inclusive o vídeo já passou de mais de 70 mil visitas. Quem não assistiu e tem curiosidade é só clicar AQUI. Mas como comentei no vídeo

VIVER NUM PAÍS ESTRANGEIRO NÃO É FÁCIL, VOCÊ VAI SEMPRE SE SENTIR “DIFERENTE”, MAS CABE APENAS A VOCÊ QUEBRAR ESSAS BARREIRAS E BUSCAR USUFRUIR O MÁXIMO QUE ESSA EXPERIÊNCIA PODE LHE OFERECER

Hoje em dia, tudo se encaixou. Já moro em Washington DC há 7 anos. Consegui não só terminar meu cursinho de inglês, mas depois fiz meu mestrado em Relações Internacionais em uma das melhores universidades Americana e recentemente, comecei uma especialização na área de coaching. Trabalho com Comunicação e jornalismo para uma Organização Internacional, e uso inglês todos os dias no meu trabalho e na minha vida pessoal. Além disso, aprendi Espanhol e já vou começar a estudar Francês. Os amigos vinheram com o tempo, a família, eu converso toda semana pelo Skype e quando posso vou visitá-los no Brasil.

A vida é como abrir uma porta que você não sabe o que há atrás dela. E mudar de país pra mim, foi assim. Você nunca pode saber onde você vai acabar. Você não sabe o efeito que essa mudança terá sobre sua vida. Mas essa é a coisa fantástica e assustadora sobre a vida – não há garantias.

Gostou? >> Leia o Manu Responde #1 – Eu não sei o que fazer da minha vida.

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12.09.2014

5749491725_b698dc661d_o“Bendito seja aquele que aprende a admirar, mas não Invejar, seguir mas não Imitar, elogiar mas não bajular, liderar mas não manipular”. – William Arthur Ward

Nas últimas semanas, eu tenho tentado uma pequena experiência na minha vida. Tem sido bastante transformadora e agora quero desfiar a vocês. O experimento é o seguinte:

Inclua um elogio em cada conversa. É simples assim. Mas também é tão difícil.

Esse desafio não começou para mim como uma experiência intencional. Há algumas semanas, eu estava passando a tarde com uma amiga e durante uma pausa na nossa conversa, mencionei uma coisa que eu admiro nela. Foi àquelas frases espontâneas, só senti vontade de falar e falei.

Mas a resposta dela me surpreendeu. Foi ainda mais emocional do que o meu elogio original. Ela levantou a cabeça, me olhou nos olhos e respondeu: “Obrigado Manu. Eu realmente precisava ouvir isso hoje. ”

Hoje também aconteceu algo similar comigo. Tava tendo uma manhã pesada no trabalho e recebi um email de uma leitora que respondeu o questionário no blog. No email ela soltou alguns elogios e fez alguns cometários que mudaram completamente o meu dia.

E aí Lembrei que muitas pessoas estão lutando batalhas difíceis diariamente. Colocamos rostos sorridentes, mas no fundo, estamos machucados por dentro, não é verdade? Às vezes, uma palavra amável é a única fonte de esperança que encontramos no nosso dia. E muitas vezes passamos o dia sem ouví-la.

Eu decidi a partir daquele momento em diante que iria tentar ser mais intencional com os meus cumprimentos e incentivos. Na verdade, gostaria de tentar trabalhar um elogia em cada conversa e interação que tiver com as pessoas.

Esse experimento tem sido ao mesmo tempo desafiador e divertido. E aqui estão alguns dos resultados que tenho notado:

Beneficia outros.

Elogios encorajam as pessoas. Através de palavras amáveis​​, lembramos as pessoas do seu valor e os seus talentos. Todos nós queremos ser notados e receber elogios confirma que estamos fazendo a coisa certa. Elogios fornecem confiança, alegria e esperança.

Ele me beneficia.

Quando compartilhamos a felicidade, nós a recebemos a felicidade de volta. Hoje em dia, depois que passei a elogiar mais, eu vejo mais sorrisos por aí. Eu percebi mais gentileza ao meu redor. O experimento também me obriga a pensar menos em mim e mais sobre a outra pessoa. É bastante auto revelador. Comecei a reconhecer como ofereço poucos elogios em um dia. E tenho sido lembrada constantemente do poder das minhas palavras.

Beneficia o meu ambiente.

As pessoas ao nosso redor criam os ambientes em que vivem, trabalham e se divertem. Espalhar alegria através da promoção de uma cultura de incentivo e desafia os outros a fazer o mesmo. Nosso ambiente de trabalho fica diferente, a nossa vida se sente diferente, e o mundo ao nosso redor começa a mudar um pouco.

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Nossas palavras são importantes. Eles têm a capacidade de transportar vida dentro delas. E oferecendo elogios sinceros é uma das melhores maneiras de conseguir isso.

Se você decidir tentar o desafio aqui estão algumas lições que aprendi:

Deixe que o bom senso seja o seu guia. Nem toda conversa precisa de um elogio. Algumas são curtas, alguns são apenas de passagem, e algumas pessoas falam com você em várias ocasiões durante o dia, principalmente no ambiente de trabalho. Portanto, use o bom senso. Se você conversar com seu chefe, colega de trabalho, ou namorado (a) 10-15 vezes cada dia, oferecer um elogio cada vez pode ficar estranho.

Tente ser específico. Nem sempre é possível, mas elogios específicos sobre uma pessoa e o que você aprecia sobre ela parecem carregar maior peso.

Você pode sempre terminar a conversa com um elogio. Mais do que algumas vezes eu ofereci meu elogio no final da conversa: “Foi bom falar com você hoje”, ou “Estou feliz que você tirou um tempinho para falar comigo,” funciona muito bem se eu não tive a chance de fazer um elogio durante a conversa.

Usando um cumprimento como uma transição também pode ser útil. “Ei, você que é bom em matemática. Eu tenho uma pergunta para você. “” Eu noto que você faz um bom trabalho na gestão de pessoas, posso te perguntar uma coisa?” Esse tipo de elogio precisa de um pouco de reflexão, mas funcionam muito bem.

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Quanto mais você conhece alguém, mais fácil pensar em algo bom de dizer. Como é de se esperar, o melhor que você conhece alguém, mais fácil é pensar e oferecer um elogio específico. Eles tendem a fluir mais naturalmente.

Aprenda com seus erros. Haverá várias vezes que você vai esquecer de oferecer um elogio. Não desista. Em vez disso, tente aprender com isso. Enquanto você vai embora, veja se você consegue descobrir por que você esqueceu. Há provavelmente várias razões, mas eu eu percebi que geralmente foi o simples fato de que eu estava mais focado em mim mesmo durante a conversa do que a pessoa que eu estava falando.

Tente por alguns dias. Eu recomendo se comprometer com o desafio por pelo menos três dias.

Comece o seu desafio hoje. Não espere para amanhã. Tente adicionar um elogio na próxima conversa hoje, ou deixe um comentário verdadeiro aqui no post.

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Bom final de semana pra todos!

Fotos de ilovedoodle


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10.09.2014

happy days (1)

Olá queridos leitores!

A maioria das pessoas lembra de pedir, mas não é todo mundo sabe agradecer. É eu sei que a vida é corrida, a gente quer que tudo aconteça logo e nessa interação louca acaba deixando coisas simples de lado. Mas no meio disso é preciso arrumar um tempo para parar, pensar, respirar fundo e lembrar das pessoas que nos ajudam diariamente.

Por isso muito obrigada a você, que lê o meu blog. Muito obrigada a você, que acompanha o blog há tanto tempo, ou mesmo quem conheceu o blog agora. Muito obrigada a você, que segue o blog nas redes sociais. Muito obrigada a você que recebe os posts diretamente no e-mail ou lê no feed. Muito obrigada a você, que mesmo sem me conhecer pessoalmente me manda sempre boas energias.

Obrigada de coração!

Bem, antes de eu ir, eu preciso te pedir um favor.

Quero conhecer um pouco mais meus leitores e garantir que o conteúdo que eu publico no Ambiente Vistoriado, no futuro, será útil para você, que irá atendê-lo da maneira certa que você precisa dele. Além disso estou planejando mudanças no blog e para ter certeza que estou indo pelo caminho certo, eu  preciso saber o que você pensa.

Eu ficaria muito agradecida se você tirar cinco minutos do seu dia para responder o questionário abaixo

Em essência, o que eu realmente estou pedindo é o seguinte:

Se você e eu estávamos sentados num café, tomando um suquinho de cajá geladíssimo e conversando sobre a vida. O que você iria me contar? Quem é você? O que você faz? De onde é? Como conheceu meu blog? Como anda a sua vida? Tem alguma área que posso te ajudar com teus textos?

Vou ler todas as respostas com carinho e se deixar alguma pergunta vou respondê-las individualmente. 

Eu entendo o tempo é precioso, por isso, com todo o meu coração, obrigado por ler até aqui, e realmente espero ouvir de volta em breve.

Um abraço

Manu

P.S. Caso não consiga vizualizar o questionário, clique AQUI.


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29.08.2014

relacionamento eh uma obra em andamento _reflexao

Certa vez, eu li em algum lugar que um filósofo definira uma palavra para expressar algo que está além até mesmo do belo. Não consigo lembrar dessa palavra agora.

Esses dias mesmo pensei naquilo que há entre duas pessoas – relacionamento, como uma obra.

Como algo que se esculpe ao longo do tempo. Algo em andamento e que, mesmo em andamento e mesmo nunca acabada, é bela.

Algo que se esculpe, mas não exatamente como uma escultura. Não se retira, não se adiciona nada. Os elementos se somam, se dividem, subtraem e multiplicam em uma matemática mais orgânica, mais parecida com o pão de casa ou com as plantas que temos na varanda.

Mais como se fosse água. Mais como se a vida se remodelasse de acordo com o recipiente. E um recipiente tão fluido como o seu próprio conteúdo, no entanto.

É um lance meio confuso, pensar nessa obra e refletir sobre ela. Porque de certo modo quando admiro o outro, no outro, admiro-me. Confuso né?  É contraditório, mas muitos poetas já tentaram explicar o quanto é contraditório tudo isso. Assim é porque abarca tudo, todos os argumentos. Os prós e os contras. Está acima deles.

Cada relacionamento é bem diferente. Mas quem pode dizer que a obra de um relacionamento é melhor do que a outro, ou que a receita para a felicidade de um casal é exatamente o que é necessário para todos? Enquanto estamos gratos por os conceitos que aprendemos por aí, uma das coisas mais importantes que aprendemos não é copiar a obra de outra pessoa. Por isso dessa vez resolvi não escrever sobre a formula, a lição, o porquê, ou isso ou aquilo. Só precisamos ter em conta que nossos relacionamentos com o próximo são obras sempre em andamentos e só cabe a nos dar continuidade ou não.

Ahh e acabei de lembrar da palavra do filosofo:

Sublime!


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