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Sou Emanuella Maria (Manu), uma romântica inconsolável que adora coisas vintage e viajar. Há 7 anos moro na capital americana, Washington DC e neste espaço divido um pouco da vida no estrangeiro e o que me inspira no dia-a-dia. Falo das coisas que faço, do que gosto e o que me faz feliz.

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23.08.2014

vida simples e feliz

“As coisas mais simples da vida são as mais extraordinárias, e só os sábios conseguem vê-las”. Paulo Coelho

Vocês não amam a sensação de abrir uma caixa de um sapato novo? Ou melhor, vestir aquela roupa maravilhosa que estava esperando a ocasião certa pra ser estreada? Eu com certeza adoro. Mas ao observar esse meu comportamento de felicidade ao ter uma coisa nova, percebi que o novo rapidamente se torna apenas mais um item na minha vida. A excitação da novidade passa muito rápido.

À medida que nos tornamos mais ricos, parece que adicionamos mais e mais coisas para a nossa vida. Em seguida, usamos nossa casa, nosso carro e todos os nossos bens, para justificar que ganhamos o jogo da vida. Porque só chegou lá quem tem. Mas será?

Eu particularmente passei muitos anos na minha adolescência e meus vinte e poucos anos acumulando coisas. Durante esse tempo, muito da minha autoestima foi inconscientemente associada com a quantidade de coisas que eu tinha; os nomes das marcas e as últimas tendências. Gastei um monte de dinheiro em roupas e outras coisas que me fez sentir “superior”. Essas coisas me deram um senso de identidade. Eu cresci tão ligada a essa definição de mim mesma, mas agora eu percebo que além de acumular um monte de lixo no meu espaço de vida, acumulei no meu espaço interior. Ironicamente, essas pilhas de coisas me impediram de conseguir a compreensão e a paz interior comigo mesma.

Estamos tão ansiosos para encher a nossa casa, mas tão desinteressados em limpá-la. Como resultado, agora precisamos de espaços maiores, mais espaço de armazenamento, e mais confusão para a mente.

Vocês sabiam que nos Estados Unidos as pessoas podem alugar umas garagens de self-storages e guardar todas as tranqueiras por lá? Paga-se um aluguel mensal ou anual e pode-se deixar as coisas la para depois retirar no futuro. Inclusive tem até um show de TV sobre isso: pessoas que alugam essas garagens e nunca vem pegar os pertences e os donos da garagem se apropriam e revendem as quinquilharias. Ter dificuldade para reduzir a quantidade de coisas que nós possuímos é devido ao nosso apego a essas coisas.

vida simples

Menos é realmente mais?

Há uns anos conheci um casal jovem e bem sucedido que morava num dos bairro mais caro de DC. Ele, era diretor de uma empresa grande da área financeira e ela tinha uma boutique de roupas orgânicas na área mais badalada da cidade. Além disso, eles tinham uma filhinha linda de dois anos. Éramos muito próximos e tive a oportunidade de ir varias vezes na casa deles. Lembro que tudo era muito minimalistico. Eu achava tudo muito espaçoso e simples, mas com extremo bom gosto, mas aos poucos me dei conta que não era apenas a casa. Era o estilo de vida deles.

O casal tinha apenas um carro. Na semana eles revezavam o transporte e muitas vezes ela ficava com o carro por causa da criança e o pai ia de bicicleta ou transporte publico pro trabalho, todo vestido de terno e gravata. Quando o dia estava agradável ele andava 40 min de volta pra casa. Eu sempre achei ela muito chic e estilosa e fiquei chocada quando vi seu closet e tinha umas poucas peças de roupa. Basicamente uma peça de cada. Tudo muito simples e básico. Mas pra mim ela sempre estava diferente e bonita. Então ela me explicou que fazia combinações, um dia usava uma camisa com jeans, no outro dia usava a camisa com uma saia e um scarf, no outro dia colocava uma jaqueta ou um colar mais ousado e assim ia brincando com o estilo sem se estressar. Eles só compravam comida pra semana? planejavam os menus semanal e tentavam comer tudo que tinha na geladeira antes de fazer compras de novo.

Eu os adorava como amigos, mas há alguns anos mudaram pra fora do pais por conta do trabalho dele e a nossa amizade se resume a alguns e-mails por ano e os updates do Facebook. E essa mulher rica, que tinha uma loja de roupas maravilhosas me ensinou uma lição muito importante: Quanto menos tivermos, podemos dar mais atenção às coisas que são realmente necessárias na sua vida. Que no caso para eles era viajar, curtir a filha, fazer programas de família e com os amigos.

A arte e a alegria de ter menos enquanto desfruta mais da vida pode ser resumida da seguinte forma.

Espaço Zen - Há beleza no espaço, mas deixamos de reconhecê-lo, porque não podemos ver através das coisas que possuímos. Quando abrimos espaço físico em nosso meio, uma enorme sensação de paz pode habitar dentro de nós. Este é o princípio por trás de casas em estilo japonês. A beleza em pequenos espaços é a valorização do minimalismo, onde menos é realmente mais. Precisamos entender que o espaço é para ser apreciado, não preenchido.

Conservar Energia – Ter menos pertences significa que têm menos posses para se preocupar. Certa vez conheci uma pessoa, que tinha tudo o que ela sempre sonhou. Ela tinha tantas coisas caras e tinha tanto medo de perdê-las. Grande parte de sua energia foi dedicada a proteger os seus bens.

Deixe livre o seu espaço - Quando somos lembrados de algo que possuímos, mas nunca usamos, podemos impor uma culpa auto imposta por deixá-lo sem uso. Por exemplo, eu cheguei a ter 60 pares de sapatos. Cada vez que abria meu closet eu me sentia culpada porque eu tinha sapatos que usei apenas uma vez na vida A minha culpa corroía meu espaço interno, meu espaço mental. O nosso mundo exterior é um reflexo do nosso mundo interior. Ao limpar e simplificar nosso espaço, o nosso espaço interior vai se abrir como uma flor.

Valorização –  a valorização é a semente para a abundância; abundância da mente e da alma. É incrível o quanto pouco nós realmente precisamos. Quando limpamos as nossas casas e nossas vidas e deixamos apenas o essencial, nós somos capazes de aproveitar melhor o que nós temos.

Nada externo a nós pode nos dar a felicidade permanente e verdadeira. Na verdade, temos tudo o que precisamos para sermos felizes de verdade dentro de nós.

A arte de ter menos e desfrutar mais de nossas vidas envolvem algumas mudanças simples em perspectiva. Em primeiro lugar, devemos entender quais os nossos verdadeiros valores e se concentrar neles. Então, temos de ter tempo para apreciar as coisas simples, diminuir o ritmo e ver o que está bem na nossa frente. Por isso segue abaixo o Manifesto para uma vida simples.

Manifesto para uma Vida Simples - Blog Ambiente Vistoriado copy

Como ter mais com menos?

A seguir, são sugestões e dicas para incorporar a mentalidade de ter menos na sua vida:

Faça uma coisa de cada vez - Evite multi-tasking. Quando nossa atenção é dividida entre vários pensamentos ao mesmo tempo, não podemos se destacar em nenhum deles. É melhor colocar todo o foco em uma tarefa antes de passar para outra. Eu aprendi isso da maneira mais difícil, pois apesar de me sentir produtiva, com multi-tasking, eu raramente sou. Sempre que possível, lembre-se de se concentrar no agora e mergulhe totalmente nas alegrias sutis deste momento. Tente fazer isso com as pessoas também. Não converse com alguém checando o celular constantemente ou olhando pra TV.

Desacelere - É muito fácil na velocidade do dia a dia não notar as pequenas coisas. Desacelerar é uma parte vital de simplificar sua vida e aproveitar o que você tem. Com foco, você pode obter as mesmas tarefas, porém feitas sem pressa. A chave para ser eficaz e produtivo é trabalhar estrategicamente, não cegamente. Entender por que você está fazendo e o que está fazendo.

Priorize o que é importante – Eu sei que é clichê, mas o único tempo que está garantido na nossa vida é esse momento. Pense nisso por um segundo. A vida é tão preciosa, não sabemos o que vai acontecer amanhã. E nós gastamos o nosso recurso mais valioso, o tempo, em coisas que não são importantes para nós. Na minha vida, isso significa que eu vou incluir o tempo na minha agenda para fazer o que eu realmente quero fazer. Já que o único tempo que temos é agora, certifique-se que você está usando o seu agora do jeito que você realmente quer.

Limpe a desordem - Limpar a desordem de sua casa e de sua vida é mais fácil dizer do que imagina. Muitas vezes somos emocionalmente ligados as nossas posses. Esta ligação vai além de nossa necessidade e temos dificuldade de abrir mão por conta da nostalgia. Quando estamos livres da desordem física, liberamos também a nossa mente.

Controlar seus gastos - Você já ouviu o ditado que diz que “As melhores coisas da vida são de graça.”? Passar o tempo com a família e amigos, sorrir, curtir as travessuras de um animal de estimação, passear num parque, vivenciar momentos íntimos e sinceros com um ente querido – essas coisas são preciosas, e livres. Dinheiro traz conforto, e não há absolutamente nada de errado em apreciar esse conforto. Mas é importante gastar dinheiro com as coisas que são importantes para você e deixar ir de gastar com as coisas que não agregam valor à sua vida. Quando não pensamos se as coisas que compramos são realmente essenciais nos esquecemos do porque estamos fazendo o que estamos fazendo, e os gastos se torna um hábito.

Aproveite o que você tem - Se você quer ter mais prazer em sua vida, aproveite o que você tem. Para viver a vida que você ama, você tem que amar a vida que você tem. Não temos de procurar além de nós mesmos, a fim de encontrar a felicidade. Nenhuma pessoa tem tudo o que quer; mas todos nós temos algumas coisas que vale a pena desfrutar. Assim, foque sobre as coisas que tem e aprenda a aprecia-las!

Seja Grata - Na sequência do ponto anterior. Tire um tempo para ser grato pelo que você já tem, por muito ou pouco que você possui. Contente-se com todos os pequenos presentes em sua vida, coisas como seu corpo, sua casa, seu bom estado de saúde, a cadeira que você está sentado, o computador que você tem, o respeito daqueles que você mais ama.

Pense Simples - Há tantos prazeres simples que nem sempre temos tempo para desfrutar. Você já tirou tempo ultimamente para estar ao ar livre e ver as nuvens? Quando foi a última vez que você se encolheu no sofá com um bom livro? Se você gosta de banhos, quando foi a última vez que você tomou um banho de espuma? Tire algum tempo para realmente se concentrar em algo simples – foque na sua respiração concentre-se em aproveitar as coisas simples que você faz todos os dias.

Vocês já conhecem a TAG ideias de final de semana? Lá você pode encontrar várias dicas.  Além disso, não deixe de ler o post Como Viver de Forma Simples. Lembre-se que podemos encontrar a felicidade nas pequenas coisas. Elas estão lá e quando procuramos vamos encontra-lá.

divisor

Quais são coisas simples que você gosta? Compartilhe comigo nos comentários. Gostaria muito de ouvir seus pensamentos e ideias sobre este assunto.

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21.08.2014

Guest post escrito por Tatiana Barros

Borboleta na mão 600X600

“O segredo é não correr atrás das borboletas… é cuidar do jardim para que elas venham até você”. – Mario Quintana

Foi cuidando do meu jardim que descobri o blog da Manu e foi dentro dele que eu encontrei um pouco da minha historia e isso me fez bem. Hoje eu divido um pouco da minha vida com vocês na esperança de ajudar pessoas que atravessam essa estrada.

Eu fui casada durante 12 anos e eu me separei em 2012.

Nós nos conhecemos jovens, tínhamos sonhos e planos, casamos e viemos morar na França. No começo a adaptação foi difícil mas com o tempo a vida tomou seu rumo. Conseguimos construir uma vida confortável, do ponto de vista material. Tínhamos um bom emprego, ganhávamos bem e a vida era uma festa, pelo menos para ele, para mim ela era solidão.

Éramos um casal que conversava sobre todos os assuntos, menos a nosso respeito. Eu me lembro que no nosso aniversario de 10 anos de casamento eu pensei : eu não faço a menor ideia do que ele quer dessa relação. Logico que isso me deixava triste, durante anos eu questionei a falta de planos sem ouvir uma reposta, e também por isso não tivemos filhos.

Quando eu pedi o divorcio ele mudou, tentou melhorar a relação, mas para mim o amor havia acabado e quando isso acontece devemos partir.

Posso dizer que foi a coisa mais dolorosa que já fiz nos meus 38 anos de vida. Eu deixei tudo para trás: emprego, casa, marido e todos os pertences. Eu só trouxe roupas e livros comigo. Eu voltei a estudar para melhorar meu diploma e conseguir um novo emprego, numa nova cidade. Hoje eu vivo com uma bolsa de estudos e posso afirmar que o dinheiro é contadinho.

Não vou dizer que foi fácil pois não foi. Eu chorei todos os dias do primeiro ano de separação e no segundo ano, eu só estudei e dormi, tudo isso para não pensar na minha tristeza. Eu ainda choro às vezes, mas eu sei que tomei a boa decisão.

Eu também tenho consciência dos meus erros, eu sei que eles também contribuíram para o término do meu casamento. O erro não foi só dele pelo seu silencio, a minha atitude face ao silencio dele também foi errada.

Eu penso sempre no meu casamento, tentando buscar as minhas falhas, às vezes eu consigo me conscientizar de algumas, mas esse exercício é muito difícil. Porém de tudo isso eu tirei os seguintes ensinamentos :

Se posicionar e dar limite as pessoas:

Eu tenho um defeito péssimo, eu não limito a ação das pessoas que impactam a minha vida de maneira ruim. Isso me prejudica muito. Buscando não magoar ninguém eu acabo por me magoar. Daqui para frente eu pretendo ser sincera, sem ferir ninguém, e sinalizar quando um comportamento não me convém e me afastar, se for o caso.

Não ter medo:

Eu fui criada para ter medo. Meu pai era autoritário conosco, nada violento, mas sempre temi as suas reações. Minha mãe criou o mito do medo em relação às reações do meu pai, então imaginem, eu tinha medo de tudo! Meu ex-marido também cultivava o medo. Eu descobri que o medo é o nosso pior inimigo, podemos fazer o que queremos, basta organização e determinação.

Acreditar, pois a felicidade existe:

As vezes escuto pessoas dizendo que isso é tolice, que a felicidade não existe. Eu tenho certeza que ela existe e que ela mora dentro de nós. Precisamos somente acordá-la e isso começa quando escutamos aquela vozinha que conversa com a gente, sabe?

Eu não sei o que vai acontecer daqui para frente, estou reconstruindo tudo, até os amigos, pois perdi todos nessa caminhada. Hoje eu tenho preocupações que não tinha quando era casada, mas o que eu ganhei sendo sincera comigo vale muito mais do que essas preocupações. Hoje a minha felicidade depende de mim e das minhas escolhas e poder fazê-las sem culpa é pura magia!

divisorEsse post é uma contribuição e faz parte da nova TAG Corrente do Bem. Se você também quiser participar e dividir sua história entre em contato.


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15.07.2014

nova york pelos meus olhosAprender a olhar e ouvir o outro só pode acontecer quando o indivíduo cultiva o hábito de aprender a olhar e ouvir a si mesmo”- Jean Vaysse

Esse final de semana que passou foi um pouco diferente da minha rotina. Fui para NYC passar o final de semana sozinha, curtir a mim mesma, fazer coisas que gosto e participar de um workshop de autoestima e auto descobrimento. Para mim essa foi como uma viagem de autoconhecimento.

Na verdade, o autoconhecimento é um processo constante para o resto da vida. Nós estamos sempre nos aperfeiçoando, nos conhecendo, explorando, crescendo. E não há um momento em que podemos parar porque já nos conhecemos o suficiente, sempre há o que descobrir, pois o autoconhecimento requer uma constante auto reflexão, uma vez que nos estimula a manter contato profundo e significativo com nosso eu mais verdadeiro.

E o fato é que se você se conhece, tem maior controle sobre suas ações e emoções. E o resultado disso é mais equilíbrio e tranquilidade na vida, o que traz benefícios em todos os sentidos. Mas investir no autoconhecimento exige disponibilidade para enfrentar tal processo, o que nem sempre é fácil.

E essa viagem me ajudou nesse sentido. Precisei encarar algumas limitações, tive que saber respeitar a mim mesma e meu tempo sozinha, conheci novas pessoas e fiz contatos significativos para minha vida e carreira. Além disso, fiz coisas que gosto, passei muito tempo sozinha, me inspirei através de outras pessoas, das experiências e através do livro que estava lendo.

“A nossa grandeza reside não tanto em (3)

Já falei aqui no blog como gostar de estar sozinho e até escrevi algumas dicas de coisas para fazer sozinho. Eu particularmente adoro viajar sozinha. Ninguém te impede, ninguém te apressa, ninguém te julga. Gosto de andar no meu passo, me sinto mais a vontade para falar com estranhos na rua e pedir informações, gosto de tirar fotos e observar os detalhes sem me preocupar com o tempo, ou onde é a próxima parada. Além disso, comer sozinha muitas vezes tem um quê de especial. As refeições sozinhas não precisam ser corridas ou carentes de significado. Tenho tempo de saborear cada mordida e apreciar os sabores, lendo meu livro favorito.

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Também tive a oportunidade de visitar uma lojinha de cristais.  Comprei coisinhas pra energizar minha casa e minha vida. Eu acredito que as pedras são excelentes instrumentos para atrair bons fluidos para a nossa vida e alinhar as energias que possam estar em desarmonia.

proteçao em nova yorkcristais em nova york

Radical Self Love Salon

O proposito maior dessa viagem pra NYC foi participar do Workshop Radical Self love Salon – “Salão do auto amor radical” da Gala Darling. Pra quem não sabe a Gala, é uma das minhas fontes de inspiração. Ela é uma blogueira motivacional da Nova Zelândia que vive em NYC e recentemente resolveu fazer esse workshop para um grupo pequeno de pessoas.

radical self love salon gala darling

Foto by Gala Darling

Eram apenas 7 mulheres, numa sala aconchegante no meio do Soho. Usamos esse momento pras nos conhecer, falar um pouco da nossa vida, dividir ideias e inspirações e aprender técnicas novas de autoconhecimento e auto amor.

Foi bem intenso e especial. Mas teve uma técnica que aprendi nesse evento, o EFT – Emotional freedon tecnic, que me chamou mais atenção e comecei a aplicar na minha vida. Essa é uma técnica que combina a acupuntura chinesa com a psicologia moderna e através dela você pode ter resultados surpreendentes na sua vida. Na verdade a transformação se passa na ponta dos dedos, nos pontos onde você pressiona com pequenas batidinhas  e nas palavras de encorajamento que você usa. Pessoas no mundo todo usa o EFT para lidar com problemas, para lidar com a depressão, para lidar com a ansiedade e até mesmo com um pensamento negativo.  Aqui tem um link de um vídeo em português explicando sobre a técnica e como aplica-la.

Saí de lá mais leve, mais confidente e com planos lindos para minha jornada e claro, para o blog.

gala darling & manu ambiente vistoriado

Todos nós temos que dar um passo para o nosso auto conhecimento e auto amor. E se você já está nesse caminho, é o seu dever transmitir o que sabe. É de sua responsabilidade usar essas ferramentas para ajudar outras pessoas. Se amar não é apenas olhar para o próprio umbigo, é aprender a transformar a sua própria luz para que você possa iluminar o mundo e as pessoas ao seu redor. Você pode começar a mostrar que a sua luz é um reflexo deles.

E por isso resolvi usar o blog ainda mais como uma ferramenta pra dividir essa positividade com vocês. Aguardem, que surpresas estão por vir.

autoconhecimento radical self love salon


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10.07.2014

Lições que aprendi com a perda do Brasil

“Ser miserável. Ou motivar-se. O que tem que ser feito, é sempre a sua escolha”. –  Wayne Dyer

Terça feira foi o jogo histórico do Brasil, onde perdemos contra a Alemanha de 7 a 1. Muito maior do que o Maracanaço de 1950, essa perda vai ser contada por um longo tempo.  Tenho certeza que esse jogo abalou as estruturas de muita gente e no meu caso, foi um resto de dia perdido.

Estava num bar em DC lotado de brasileiros e alemães. Só consegui assistir o primeiro tempo e depois fui pra casa. Coloquei meu pijama (em plena cinco tarde) e fui assistir um filme qualquer que estava passando na TV.  Depois olhei no celular o placar 7X1. Quase tive um infarto do coração. Eu estava chateada, envergonhada e com um nó na garganta que não passava.

Resolvi compensar na comida. Fiz uma pasta com molho branco, linguiça italiana, manjericão e muito queijo e depois um bolo Luis Felipe para comer de sobremesa. Após comer umas 2 mil calorias, achei que estaria feliz, mas na verdade só queria chorar. Liguei pra minha família no Brasil. Minha irmã que é fanática por futebol estava arrasada, mas levando pro lado indignação. Minha mãe, não se abalou muito, disse que nem viu o jogo e pegou no sono no inicio da partida. Já dizia o ditado – “ o que os olhos não veem o coração não sente”.

Depois fui dar uma bisbilhotada no Facebook. Não sei pra que. Desde então, venho sendo bombardeada da revolta das pessoas, artigos sem pé nem cabeça, ideais mirabolantes de conspiração de que a copa foi vendida, pessoas querendo culpar fulano ou cicrano e achar alguém pra crucificar. É muita negatividade minha gente.

Eu sei que ninguém gosta de perder. Eu particularmente odeio perder. Mas o pior não é perder, é saber superar a perda.  Por isso aqui vão 3 lições que eu aprendi com esse jogo do brasil.

1. Discuta com os outros a perda – mas faça a sua análise pós jogo. Não ignore as perdas. Não culpe as pessoas envolvidas com a perda. Certifique-se de ouvir a perspectiva das outras pessoas, mas tire suas próprias conclusões – mesmo se elas sejam diferentes do ponto de vista das outras pessoas.

2. Aprenda com os erros. E não cometa o mesmo erro duas vezes. Ainda temos mais um jogo pela frente. Dane-se tudo e continue. Falhar é uma oportunidade para melhorar. Sim, perder é um saco, perder feio é pior ainda, mas sempre podemos fazer melhor na próxima vez.

3. Escolha o que afeta você. Eu estaria mentindo se eu dissesse que não me abalo mais quando vejo algo relacionado a esse jogo online. Mas eu prefiro evitar ficar lendo essas coisas na Internet ou alimentar o sentimento ruim dos outros. Porem tenho visto muitas pessoas que se deleitam em sua miséria, deixando as más recordações e o sentimento de indignação crescer e acabam incentivando a ira e a raiva em outras pessoas, postando artigos  negativos. Nunca deixe o passado assombrá-lo. Se você fizer isso, você vai ser consumido e vai consumir os outros também.  Olhe pra frente e não para trás.

Bem, próximo domingo vou está torcendo pela Alemanha. Eu não tenho rixa com os Argentinos, na verdade tenho vários amigos que são de lá e eu os adoro. Mas a Alemanha está no meu coração. Já morei em Berlin em 2005 e além disso, acho que o time é excelente. Merece ganhar.

E vocês já conseguiram aceitar  a perda?

Foto por Crystian Cruz


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06.07.2014

Untitled design (15)

Essa semana celebrei 2 anos que conheci uma pessoa maravilhosa que mudou a minha vida.

Há dois anos estava me recuperando de um divorcio, voltando de um mês de férias do Brasil, onde fui recarregar minhas energias, tinha mudado de apartamento e estava tentando me adaptar à vida nova, quando “cabum”, esbarrei com essa pessoa incrível na rua. Foi bem assim mesmo. Meio dia, um sol de rachar, fazendo uma média de 35 graus e eu caminhando em direção a um churrasco para celebrar o feriado americano de 4 de julho. E ele, sem camisa, mini shorts, completamente suado, fazendo sua corrida matinal de 10K. Foi em uma dessas esquinas da vida que a gente se esbarrou. Eu podia ter pedido desculpa, baixado o olho e passado direto, mas em vez disso resolvi dizer a palavrinha mágica do meu vocabulário “oi”.

E esse oi, virou um “tudo bem?”, que virou um “de onde você é?”, que virou um “adoro o brasil e a musica brasileira”, que virou um sorriso leve, que virou um “o que tem de bom pra fazer nessa vizinhança?”, que virou dicas de restaurantes e bares, que virou dois estranhos sorrindo na rua, cada um seguindo pra um lado, com um numero novo de celular na agenda do telefone.

Sabe quando você abre uma porta e não sabe o que há atras dela? Essa é a coisa com o início de toda a história: você nunca pode saber onde você vai acabar.Você não sabe o efeito que terá sobre sua vida daqui a um ano ou dois. Essa é a coisa fantástica e assustadora sobre a vida – não há garantias.


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